quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Velório de Jota Oliveira reúne amigos e colegas de profissão

LUTO NA IMPRENSA
 
O velório do jornalista e colunista do NOVO, Jota Oliveira, que foi encontrado morto na manhã de hoje em seu apartamento, aconteceu há poucos instantes no cemitério Morada da Paz, em Parnamirim. Amigos e familiares velam o corpo do potiguar, sob um clima de completa consternação e surpresa pela partida inesperada.

A cerimônia teve início por volta das 15h desta terça-feira e reuniu conhecidos, colegas de profissão e admiridores do trabalho de Jota. Após o velório, o corpo foi cremado, conforme o desejo do jornalista, ainda na noite de hoje.

De acordo com um dos amigos mais próximos do colunista, o ex-deputado estadual Cláudio Porpino, Jota Oliveira fará falta ao colunismo social do Rio Grande do Norte.

"Jota foi uma pessoa que, no tempo dele, fez história no jornalismo. Ele incentivou uma geração inteira de colunistas sociais", afirma, acrescentando que também lamentava o fim de uma amizade que já durava mais de três décadas.

"Eu, pessoalmente, perco um amigo de mais de 35 anos. Conversávamos sobre tudo. A gente brigava e fazia as pazes no outro dia. Todos nós perdemos essa pessoa maravilhosa que foi Jota Oliveira", diz, emocionado.

Entre os colegas de jornalismo, o também colunista social Paulo Macedo foi outro presente no velório. Segundo explica, os dois possuiam grandes parcerias juntos.

"Recebi a notícia com bastante tristeza. Éramos parceiros na imprensa e, desde que começou, ele sempre pediu a minha opinião. Fico entristecido, não só por se tratar de um colega e amigo, mas por termos uma parceria muito boa", revela.

Jota Oliveira foi encontrado morto nas primeiras horas da manhã de hoje pela empregada doméstica, que chegava para trabalhar no prédio em que o jornalista morava, no bairro de Areia Preta. Ele foi achado, de bruços, no chão do banheiro, o que indica que ele tenha sofrido um mal súbito.

De acordo com informações da Polícia Civil, o óbito pode ter ocorrido durante a madrugada.

A causa da morte do jornalista, no entanto, deve ser descoberto apenas com o laudo técnico da polícia, previsto para ser liberado em até 15 dias.

por: Ildrimarck Rauel/NOVO | Foto: Fábio Cortez

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