
Donald Trump e Barack Obama durante reunião na Casa Branca (Win McNamee/Getty Images/AFP)
Distante de Trump durante a campanha, Ryan tomou emprestado o slogan do colega de partido ao descrever os planos deles para trabalhar juntos. “Nós estamos falando agora sobre ter a energia para fazer esse país melhorar a fazer a América grande novamente”, afirmou o líder parlamentar a repórteres.
No encontro com Obama, nem o presidente atual nem o próximo responderam a perguntas de repórteres. Mais tarde, Trump elogiou o presidente democrata, dizendo que ele tem “muito respeito” por Obama e que buscará conselhos dele quando estiver no cargo. A dupla se reuniu por 90 minutos, mais que a uma hora prevista. “De minha parte, isso poderia ter ido bem mais longe”, comentou Trump sobre a reunião no Salão Oval. “Nós discutimos muitas situações diferentes, algumas maravilhosas e algumas dificuldades”, afirmou o presidente eleito.
Obama comentou mais tarde que conversou com Trump sobre questões de organização da Casa Branca e também sobre política externa e interna. O presidente disse que sua prioridade é “facilitar a transição” para garantir que o próximo líder seja bem-sucedido. Além disso, a primeira-dama, Michelle Obama, recebeu na quinta-feira a mulher de Trump, Melania. Obama disse que a primeira-dama teve um encontro “excelente” com a futura primeira-dama.
Protestos — Várias cidades dos Estados Unidos tiveram atos de vandalismo na noite de quinta-feira e pouco mais de dez pessoas foram presas em Richmond, na Virgínia, após protestos contra a eleição de Trump. Três estátuas em Richmond foram alvo de pichações após centenas de pessoas marcharem no local, segundo autoridades.
Em sua conta oficial no Twitter, Trump criticou as manifestações. “Acabamos de ter uma eleição presidencial muito aberta e bem-sucedida. Agora manifestantes profissionais, incitados pela mídia, estão protestando. Muito injusto”, escreveu o republicano.
(Com Estadão Conteúdo)
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