POLÍTICA A quem pergunta, o prefeito de Natal, Carlos Eduardo, tem dito que está se focado “em tempo integral” à administração da capital. E só vai falar em sucessão lá para “março ou abril”.
POLÍTICA O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira,
que atualmente está filiado ao PMDB, não ansiedade quando o assunto é
mudança partidária. Ele prefere aguardar a abertura da janela
partidária, a partir da promulgação da Proposta de Emenda Constitucional
aprovada no Senado, para tomar qualquer decisão.
Um incêndio criminoso chocou os moradores do distrito de
Batuque, zona rural de Vitória da Conquista, na região sudoeste da Bahia. No
momento em que a casa pegou fogo, uma criança de apenas oito anos estava
sozinha no imóvel e morreu queimada
Segundo a polícia, uma mulher é a responsável pelo
incêndio. Ela colocou fogo na casa da amante do marido para se vingar
O menino era filho da amante do companheiro da suspeita e
não resistiu aos ferimentos
A acusada, que não teve o nome divulgado, foi encontrada
pela polícia na cidade de Belo Campo, localizada a 60 km de Vitória da
Conquista. Ela negou as acusações, mas testemunhas a reconheceram.
A mulher foi encaminhada para o Disep (Distrito Integrado
de Segurança Pública), em Vitória da Conquista, e já está no Presídio Nilton
Gonçalves.
Policias do Batalhão de Operações
Especiais (BOPE) recuperaram na noite desta quinta-feira (31) um veiculo
com registro de roubo após troca de tiros com três criminosos na
estrada que liga Jundiaí a Cana Brava, no município de Macaíba.
Segundo a PM, durante patrulhamento de
rotina pela comunidade os militares visualizaram o veículo modelo Gol
de placas KLP 0925, e iniciaram uma perseguição ao trio que empreendeu
fuga atirando contra a guarnição. O trio entrou pelo matagal e abandonou
o veículo e conseguiu fugir com destino ignorado a pé antes dos
militares.
O veículo tinha sido tomado de assalto
na última quarta-feira (30) e estaria sendo utilizado em diversos
assaltos na cidade. A PM já identificou o trio que fugiu e continua em
diligências na tentativa de prender todos.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da
Defesa Social (Sesed), por meio da Coordenadoria de Informações
Estatísticas e Análises Criminais (Coine), divulgou nesta quinta-feira
(31) o relatório estatístico acerca dos crimes violentos letais
intencionais (CVLIs) no Rio Grande do Norte. O relatório apontou uma
redução de 115 assassinatos no estado quando comparado com 2014, o que
representa uma redução de 6,5% de CVLIs no RN.
Em 2015 foram registrados 1.653 crimes violentos, enquanto que, no ano
passado, foram 1.768 casos. Com este resultado, de acordo com a Sesed, o
RN supera a meta pactuada com Ministério da Justiça que prevê uma
redução de 5% de CVLIs ao ano, nos estados da federação, até 2018, e
consegue um feito inédito, desde 2004, quando a violência só crescia no
estado.
Conforme relatório, as maiores reduções ocorreram nas regiões Leste e
Oeste Potiguar, onde também está incluída as cidades da região
Metropolitana. No Leste Potiguar, a queda dos índices foi de 10,7% e no
Oeste Potiguar de 12,4%. Do total de registros de assassinatos ocorridos
em 2015, Natal computou um total de 502 casos contra 588, em 2014, e
Mossoró 162 contra 193, no ano passado.
Quanto as cidades que tiveram o melhor resultado, quanto a redução de
CVLIs, estão Patú (-77,8%), Umarizal (-70,6%), Goianinha (-69,2%), Areia
Branca (56,5%), Pendências (-50%), São José de Mipibú (-45,1%), Serra
do Mel (-40%), Assú (-29,6%), Mossoró (-16,1%), Natal (-14,6%),
Ipanguaçu (-11,1%), Macaíba (-6,9%), Ceará Mirim (-3,5%) e Parnamirim
(-1,5%). *Com informações da Sesed-RN
Blitz foi iniciada na madrugada desta quinta (31), em Ponta Negra (Foto: Divulgação/PM)
Uma blitz da Lei Seca realizada na madrugada desta quinta-feira (31) em
Ponta Negra, bairro da Zona Sul de Natal, resultou na prisão de quatro
pessoas e por estarem dirigindo sob efeito de álcool. Uma delas também
foi autuada por portar drogas. Outras 26 pessoas que se nagaram a fazer o
teste do bafômetro foram autuadas e diveram as suas carteiras de
habilitação recolhidas pela Polícia Militar do Rio Grande do Norte.
A blitz foi montada em dois pontos próximos à boate Rastapé. "Fizemos a
blitz em dois pontos distintos, fechando as rotas de saída das pessoas
que estavam na festa que estava sendo realizada na boate e outros bares
próximos", falou o capitão Isaac, que integra a operação Lei Seca no RN.
"Ao todo, foram 26 pessoas autuadas por dirigir sob influência de
álcool e quatro pessoas foram presas por dirigirem embriagadas. Um
desses que foi preso estava de posse de drogas e mateiral para consumo
dentro do veículo, além de estar visivelmente alterado pelo uso do
álcool e drogas. Todos foram levados para a delegacia de plantão da Zona
Sul de Natal", falou o capitão.
Na semana passada, o Governo do Rio Grande do Norte ampliou o efetivo de policiais lotados na Operação Lei Seca.
O setor agora tem 20 militares. Além disso, agora são 20 etilômetros
para medir o índice de alcoolemia dos condutores, novos notebooks e com o
auto de infração eletrônico, que possibilita o registro de autuação do
condutor logo após a abordagem.
Ação da Lei Seca foi encerrada na manhã desta quinta, com quatro presos (Foto: Divulgação/PM)
Segurança reforçada em torno da catedral de Notre Dame em Paris(Gonzalo Fuentes/Reuters) Atingido de Paris a Beirute, passando pelo Sinai ou pela Califórnia, o
mundo compreendeu em 2015 que é e continuará sendo vulnerável a uma
forma de atentados promovidos ou organizados pelos jihadistas do Estado
Islâmico (EI). O grupo fundado em 2014 nos confins do Iraque e da Síria,
e que se dedicou em um primeiro momento a consolidar seu controle
territorial, voltou sua mira aos "inimigos distantes" (designação
terrorista para o mundo ocidental) no ano que termina. Fomentou e
inspirou ataques contra alvos civis em diferentes partes do mundo que
deixaram centenas de vítimas.
"O EI, que reivindicou a responsabilidade destas atrocidades, passou a
ser global", avalia Richard Barrett, vice-presidente do grupo de
reflexão nova-iorquino Sounfa Group e que dirigiu antes o
contraterrorismo nos serviços britânicos e a unidade de vigilância da Al
Qaeda e dos talibãs na ONU. "E ficar dando voltas e enviar mais caças
não vai solucionar o problema. Pelo contrário, vai piorá-lo um pouco",
declarou Barrett. "Mas os políticos têm muitas dificuldades para tratar
estes temas. O público está assustado, já que este é o objetivo do
terrorismo: instigar o medo. Se não desenvolvermos uma forma de
resiliência social diante disso, vamos em direção a graves problemas",
acrescenta.
A força do EI em instigar o medo reside no fato do grupo poder contar
tanto com agentes enviados das "terras do califado" para montar
operações na Europa (como os autores dos atentados de 13 de novembro em
Paris) quanto com simpatizantes já no local. Este foi o caso de Syed
Rizwan Farook e Tashfeen Malik, que se radicalizaram e decidiram
praticar atos terroristas nos Estados Unidos sem ter contatos diretos
com o grupo jihadista. É preciso somar a estas duas ameaças a
constituída por jihadistas bem treinados, como os irmãos Kouachi,
autores do massacre no semanário satírico Charlie Hebdo, vigiados por um
tempo, mas considerados pouco perigosos, que sabem se fazer esquecer e
depois atacam de maneira inesperada.
'Sociedades mais selvagens' - Diante desta
multiplicação de suspeitos, as forças públicas têm dificuldades, embora
seus meios tenham sido reforçados em todos os países alvos do EI ou da
Al Qaeda. "Todos os membros dos serviços de segurança europeus com os
quais tive contatos no último ano estão petrificados quando evocam o
problema dos combatentes estrangeiros" que voltam da Síria ou do Iraque,
afirma Bruce Riedel, da consultoria Brookings de Washington. E este
problema "é praticamente insolúvel", afirma.
Apenas sua vigilância intensiva mobilizaria todas as forças de
segurança e os exércitos do mundo ocidental, e isso "é impossível, é
claro", acrescenta Riedel, ex-membro da CIA. "Temos um problema sério",
alerta o especialista. Apesar da criação, por iniciativa da Arábia
Saudita, de uma coalizão de 34 países, majoritariamente muçulmanos, para
"combater o terrorismo militar e ideologicamente", há muitas
dificuldades para colocar em andamento uma cooperação internacional
eficaz contra o EI, afirma Jean-Pierre Filiu, professor do Instituto de
Ciência Política de Paris. "Os atentados de Paris em novembro e o de San
Bernardino lembraram os países ocidentais" que o EI "pode agir a
qualquer momento", afirma.
Embora saibam que são vulneráveis, os países atacados pelo EI
evitaram até agora em suas reações a armadilha criada pelo movimento
jihadista, cujo interesse é que as comunidades muçulmanas locais sejam
estigmatizadas, acusadas de cumplicidade, para que se voltem ao seu
lado. "Além do medo que provoca, o terror, que chegou ao seu ápice no
ano de 2015, está destinado a tornar mais selvagem a sociedade,
fragmentando-a em guetos confessionais até que afundem em uma guerra
civil", escreve o cientista político francês Gilles Kepel em seu livro
"Terreur dans l'hexagone" (Terror no hexágono, em tradução literal).
"Esta visão apocalíptica e delirante dos jihadistas se nutre do fantasma
de um recrutamento possível de seus correligionários, que se sentiriam
vitimados em um país mais hostil aos muçulmanos", sustenta.
A
presidente Dilma Rousseff embarca no helicóptero presidencial no
Palácio da Alvorada rumo à base aérea, de onde parte para Porto Alegre(Pedro Ladeira/Folhapress) A
presidente Dilma Rousseff reconheceu no Twitter o "ano difícil", mas
disse estar "otimista com 2016". "Acredito na força do nosso povo e na
agenda que traçamos para o Brasil", escreveu a presidente na tarde desta
quinta-feira, sem citar o processo de impeachment acolhido na Câmara.
Dilma desejou "um #Feliz2016, com esperança renovada de um Brasil
justo, no caminho certo para um futuro melhor" e, entre uma e outra
platitude, afirmou que "2016 será um ano importante para o Brasil;
receberemos gente de todo o mundo para os Jogos @Rio2016".
O otimismo da presidente não encontra eco entre analistas. Ao
contrário. Ontem, por exemplo, reportagem de capa da revista britânica The Economist
previa um 2016 desastroso. A publicação cita a previsão de que a
economia do país encolha entre 2,5% e 3% em 2016 e fala em "desastre
político e econômico".
Dilma aproveitou a manhã desta quinta-feira para passear de bicicleta
no entorno do Palácio da Alvorada. A agenda oficial previa apenas um
encontro com o assessor especial da República, Giles Azevedo.
No início da tarde, embarcou rumo a Porto Alegre, para passar o
réveillon com a filha, Paula, e o neto Gabriel, de quatro anos. Paula
está grávida do segundo filho e deve dar à luz nos próximos dias. Em
anos anteriores, Dilma comemorou a virada na praia da Base Naval de
Aratu, na Bahia.