sábado, 2 de novembro de 2019

Léo Pinheiro deve pagar R$ 45 milhões em reparação dos danos e multa por corrupção na Petrobras

BRASIL,  POLÍTICA
 

Segundo o G1, o acordo de delação premiada de Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS, determina que ele ‘devolva’ aos cofres públicos a quantia de R$ 45 milhões. O empreiteiro foi condenado em cinco ações penais na Justiça Federal do Paraná relacionadas à Operação Lava Jato.

O acordo foi assinado em dezembro de 2018 pela então procuradora-geral da República Raquel Dodge. Agora, os termos do acordo estão disponíveis no processo eletrônico da Justiça Federal.

Léo Pinheiro está em prisão domiciliar desde 17 de setembro, com o uso de tornozeleira eletrônica. Ele estava preso desde setembro de 2016.

Antes de passar a cumprir prisão domiciliar, o empreiteiro estava detido na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba. O regime do empreiteiro progrediu devido a homologação da delação premiada.

Ele cumpre pena de 8 anos, 10 meses e 20 dias no caso do triplex. O ex-presidente foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro junto com Lula no mesmo escândalo.

(Por:República de Curitiba)

Vizinho de cela de Adélio diz que R$500.000 foi a ‘oferta’ para matar Bolsonaro

BRASIL,  POLÍTICA
 

O iraniano Farhad Marvizi, vizinho de cela de Adélio Bispo de Oliveira, autor da tentativa de assassinato contra o então candidato à Presidência, Jair Bolsonaro, disse em depoimento à Polícia Federal (PF) que Adelio teria recebido uma oferta de R$500.000 para assassinar Jair Bolsonaro.

A Revista Crusoé – ligada ao site O Antagonista – teve acesso ao depoimento de Farhad Marviz;

Ao delegado que investiga o atentado a Jair Bolsonaro, Marvizi contou que teria se aproximado de Adélio em março deste ano e obtido dele informações inéditas sobre o caso – algo que, sustenta, poderia mudar os rumos da investigação. O iraniano afirmou ter descoberto que Adélio seria ligado a uma facção e que, além disso, lhe teria revelado o nome do mandante do crime.

O ataque de Adélio, segundo ele, ocorreu após uma promessa de pagamento de 500 mil reais para matar o “dr. Jair”.


(Por:Republica de Curitiba)

Bolsonaro afirma que US$ 10 bilhões da Arábia Saudita devem ser investidos em infraestrutura no Brasil

BRASIL,  POLÍTICA
 

O presidente da República Jair Bolsonaro afirmou que pretende utilizar no setor de infraestrutura os US$ 10 bilhões anunciados pela Arábia Saudita em investimentos no Brasil.

“Logo que cheguei, ele [o príncipe Mohammed bin Salman] me falou: ‘ você não vai voltar amanhã sem levar  nada para o Brasil’. E conversou comigo sobre o fundo soberano deles, de modo que estão garantidos US$ 10 bilhões para investimentos no Brasil”

De acordo com Bolsonaro, o príncipe saudita afirmou que o Brasil é quem vai escolher as áreas nas quais o dinheiro deve ser utilizado.
“Vou conversar com os ministros sobre isso. Tenho uma reunião com eles na próxima terça-feira, mas em princípio acho que em infraestrutura”

(Por: Antagonista)

Nas redes, Witzel perde batalha para Bolsonaro. Governador do Rio não para de perder seguidores

BRASIL,  POLÍTICA
 
 Wilson Witzel e Jair Bolsonaro (Mauro Pimentel/ AFP/ Marcos Corrêa/PR/VEJA)

As redes sociais revelam que o governador Wilson Witzel vem perdendo apoio gradativo desde as últimas declarações relacionadas ao presidente Jair Bolsonaro. No Twitter, o tombo está sendo dolorido: na segunda à noite eram perto de 210 mil seguidores, até o fim da tarde desta quinta-feira (31) o número caiu para 195 mil.

(Por:Pedro Carvalho/Radar)

Deputado pede afastamento de Crivella da prefeitura do Rio. Marcelo Calero alega que Crivella cometeu improbidade administrativa ao destruir postos de pedágio da Linha Amarela

BRASIL,  POLÍTICA
 
 O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, fala com a imprensa no Palácio da Cidade, em Botafogo, zona sul da cidade - 05/04/2019 (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Aspirante a prefeito nas eleições de 2020, o deputado federal Marcelo Calero (Cidadania) entrou nesta sexta-feira com uma representação no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) pedindo para que o prefeito Marcelo Crivella (PRB) seja afastado do cargo.

Calero alega que Crivella cometeu improbidade administrativa ao destruir, no início desta semana, os postos de pedágio da concessionária da Linha Amarela – uma das principais vias da cidade.

O parlamentar diz que a conduta “violenta” do prefeito “viola a segurança jurídica e o Direito” e pede para que todas as multas e demais penalidades imputadas à prefeitura do Rio por conta da destruição do patrimônio sejam revertidas para a pessoa física de Crivella.

(Por:Mariana Mubiz/Radar)

Hacker prometeu invalidar Lava Jato e libertar Lula com diálogos vazados. Foi isso o que foi oferecido à ex-­deputada Manuela d’Ávila, conforme conversas anexadas ao inquérito que apura o caso, às quais VEJA teve acesso

EXCLUSIVO
 
 PELA CAUSA - Delgatti: a PF quer saber se ele é apenas um criminoso diligente (./.)

Há cinco meses, a Polícia Federal tenta descobrir a motivação dos hackers que invadiram os celulares dos procuradores que atuavam na Lava-Jato, copiaram mensagens privadas e as entregaram ao site The Intercept Brasil, que divulgou o material em parceria com outros veículos de imprensa, incluindo VEJA. Segundo os criminosos, que já foram condenados no passado por estelionato e receptação, a incursão foi pautada exclusivamente pelo senso de justiça para atingir dois objetivos bem definidos: libertar o ex-­presidente Lula da prisão e anular os processos da maior operação de combate à corrupção de todos os tempos. Pelo menos foi isso o que eles ofereceram formalmente à ex-­deputada Manuela d’Ávila, conforme diálogos anexados ao inquérito que apura o caso, aos quais VEJA teve acesso. Parte da matéria-prima que seria utilizada para fulminar a Lava-Jato viria de conversas entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) interceptadas ilegalmente.

Candidata à Vice-­Presidência da República na chapa do PT que foi derrotada em 2018, Manuela serviu como intermediária entre os hackers e o jornalista Glenn Greenwald, diretor do Intercept Brasil. Em 12 de maio passado, às 12h14, de acordo com o que foi apurado até agora, ela recebeu uma mensagem de texto em seu Telegram: “Consegue confiar em mim?”. Após ver a foto e o número do celular do remetente, o senador Cid Gomes, Manuela não titubeou ao responder no mesmo instante: “Sim. 100%”. Cid Gomes é irmão de Ciro Gomes, ex-ministro do governo Lula e antigo aliado do presidente. O interlocutor continuou: “Olha, eu não sou o Cid. Eu entrei no telegram dele e no seu. Mas eu tenho uma coisa que muda o Brasil hoje. E preciso contar com você”. Naquele momento, segundo disse à polícia, Manuela estava num almoço de família, comemorando o Dia das Mães, e estranhou a abordagem. Suspeitou que poderia ser uma brincadeira ou um trote e permaneceu em silêncio, desconfiada, até que recebeu uma imagem de uma de suas conversas privadas com o ex-deputado Jean Wyllys. Isso provava que não era um blefe. “Cid”, então, explicou do que se tratava: “Eu entrei no telegram de todos membros da força tarefa da lava jato. Peguei todos os arquivos. Dá para soltar Lula hoje. Derrubar o MPF”, prometeu o hacker.

 
 “BARONIL” – Conversa do hacker com Manuela d’Ávila: ele disse ter mensagens impróprias de ministros do STF (Cristiano Mariz/.)


No dia seguinte, 13 de maio, Manuela recebeu uma segunda mensagem do hacker. Dessa vez, ele se identificava como “Brazil Baronil” e garantia que também tinha conversas que mostrariam a parcialidade de ministros do STF, diálogos que teriam potencial para invalidar todos os processos da Operação Lava-Jato. Citou três magistrados que teriam sido alvo da interceptação: os ministros Cármen Lúcia, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso, que fariam parte de um grupo no Telegram. “Eu tenho uma conversa da carmem (que era para ser imparcial, segundo o princípio do juiz natural) dizendo sobre a norte (morte) do sobrinho do Lula. Fazendo até piada”, escreveu o hacker. “E ainda ela disse exatamente assim: quem faz mal para outrem, um dia o mal retorna, e pode ser até no sobrinho.” “A Rosa Weber saiu do grupo na hora!” Para o hacker, isso mostraria a falta de imparcialidade dos ministros, o que, segundo ele, poderia “invalidar todos atos da operação lava-­jato”.

Convencida dos bons propósitos do hacker, Manuela d’Ávila recomendou a ele que entrasse em contato com o jornalista Glenn Greenwald. Em 9 de junho, veio à tona a primeira leva de mensagens trocadas entre procuradores da Lava-Jato e o ex-juiz Sergio Moro, o atual ministro da Justiça. O material mostrou que os membros da força-tarefa discutiam entre si depoimentos e combinavam diligências — comportamento considerado, no mínimo, impróprio. Apoiada nas mensagens obtidas de maneira ilegal, a defesa de Lula pediu ao STF a suspeição de Moro. Se o pedido for atendido, o ex-presidente será libertado e os processos da Lava-­Jato poderão acabar anulados — exatamente o que o hacker queria.
 
 NÃO ERA O “CID” – A ex-deputada Manuela d’Ávila: ela encaminhou o hacker para Glenn Greenwald (Filipe Jordão/JC Imagem)

Walter Delgatti Neto, o hacker que entrou em contato com a ex-deputada, está preso na penitenciária da Papuda, em Brasília. É comum jactar-se com colegas da quantidade e da qualidade de informações que obteve sobre autoridades e celebridades depois da invasão de seus celulares. Disse, por exemplo, que soube antes de todo mundo que o jogador Neymar era inocente das acusações de estupro e agressão. Estudante de direito, já se gabou de ter ferido de morte o ministro Sergio Moro — ressalvando, no melhor estilo falastrão, que tudo o que foi divulgado até agora sobre o ex-juiz ainda é apenas uma “amostra grátis” do grande acervo de que dispõe. E também foi em uma dessas conversas que Delgatti reafirmou que teve acesso a diálogos reservados de ministros do STF, que incluiriam até conversas comprometedoras com procuradores da República.

As investigações da Polícia Federal ainda não concluíram se a invasão dos celulares dos ministros do STF aconteceu de fato ou se foi uma bravata dos criminosos. Delgatti está detido juntamente com outros três comparsas. Suspeita-se que o grupo tenha acessado os aplicativos de mais de uma centena de pessoas e que tenha tentado vender parte das informações colhidas. Ao vasculharem o computador e os celulares dos criminosos, os investigadores não encontraram nada que comprovasse que os aparelhos dos ministros haviam sido hackeados. Procurados, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber negam que tenham formado qualquer grupo de aplicativo entre eles. Cármen Lúcia não respondeu.

 (Por Thiago Bronzatto/Veja.com.br)
GOLPE NO WHATSAPP
Golpe utiliza uma mensagem falsa de que o governo irá liberar recursos de um suposto fundo previdenciário

Um novo golpe que tem circulado no WhatsApp utiliza a reforma da Previdência para roubar dados dos usuários e abrir brechas para que eles caiam em outras armadilhas. A mensagem enviada pelos criminosos informa que o governo liberou o saque de um suposto fundo previdenciário, e disponibiliza um link para que a vítima veja se tem direito ao benefício.
O laboratório especializado em segurança digital da PSafe detectou este golpe e já registrou 290 mil acessos e compartilhamentos até o momento.
Segundo Emilio Simoni, diretor do laboratório, golpes como esse são comuns.
— Há outros envolvendo FGTS e vagas de emprego, por exemplo. Esse não é dos mais graves, ao clicar no link, a página falsa captura o nome do usuário e pega uma permissão de notificação que irá possibilitar ao site mandar links de outros golpes diretamente para a vítima — explica.
Entre os sinais de golpe na mensagem estão o link fornecido, que não é de uma página oficial do governo.
Além disso, o advogado especializado em Direito Previdenciário, João Badari, ressalta que não existe um fundo previdenciário. E que avisos sobre valores a receber costumam ser feitos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) diretamente ao segurado, por meio do e-mail cadastrado.
— Todo e qualquer valor a receber que chegar pelo WhatsApp é um sinal para que a pessoa desconfie. A orientação é ligar para a central telefônica 135 e verificar se a mensagem é verdadeira — afirma Badari, destacando que golpes por cartas também são comuns.
— Sempre chega golpe para o aposentado por meio de carta, informando que ele tem um valor a receber, de precatórios, por exemplo, e pedindo que faça um depósito para ter acesso a esse dinheiro. Isso não existe. Quando a pessoa tem um valor a receber, não tem que pagar nada — avisa.
Simoni também aconselha que os usuários de aplicativos como o WhatsApp instalem anti-vírus no celular para evitar os danos causados por esses links.
— O anti-vírus mostraria que aquele link é suspeito, antes de a pessoa acessá-lo — diz.
Procurada, a Secretaria de Previdência não se manifestou.
Confira a mensagem que vem sendo compartilhada no WhatsApp
"Governo acaba de anunciar que com a nova reforma da previdência, esta liberado o saque do fundo previdenciário, quem não fizer o saque até 10/11/2019 perde o direito de receber, valores variam de 450,00 reais a 1.023,00 reais, confira se você tem direito. https://beneficioliberado.club/previdencia"

Mulher é encontrada morta com cobra enrolada no pescoço. Caso aconteceu no estado de Indiana, nos Estados Unidos

NOS EUA
Mulher, de 36 anos, foi encontrada morta com uma píton enrolada no pescoço
Mulher, de 36 anos, foi encontrada morta com uma píton enrolada no pescoço - 
EUA - Uma mulher de 36 anos foi encontrada morta com uma píton enrolada no pescoço em uma casa no estado de Indiana, no centro-oeste dos Estados Unidos. Na casa, havia cerca de outras 140 cobras, informou a polícia.

O corpo de Laura Hurst foi descoberto na quarta-feira (30), relatou o porta-voz da polícia estadual, sargento Kim Riley, em um comunicado, acrescentando que Hurst tinha uma píton reticulada de 2,4 metros enrolada em seu pescoço.

Os médicos tentaram revivê-la, mas seus esforços foram em vão.

"Ela parece ter sido estrangulada pela cobra", disse Riley ao jornal "Lafayette Journal & Courier".

"Só teremos certeza após a necropsia", completou.

O xerife do condado de Benton, Don Munson, que era dono da casa e morava ao lado, encontrou o corpo da mulher e declarou ao jornal que sua morte foi um "acidente trágico".

As pítons são uma família de cobras não venenosas, encontrada na África, na Ásia e na Austrália. Abrange mais de 30 espécies, incluindo algumas das maiores cobras do mundo.



(Por AFP)

Flamengo: sucesso entre tapas e beijos. Discussões no elenco têm marcado a boa fase do time perto do hepta brasileiro e na final da Libertadores

ENTRE TAPAS & BEIJOS
O técnico Jorge Jesus também se envolveu em discussões com jogadores, como Rafinha e Willian Arão
O técnico Jorge Jesus também se envolveu em discussões com jogadores, como Rafinha e Willian Arão - 
Rio - O momento do Flamengo na temporada é animador: líder do Brasileiro, com 68 pontos, oito à frente do vice-líder Palmeiras, o time também está na final da Libertadores da América. Mesmo assim, desde a chegada de Jorge Jesus ao clube, momentos de tensão entre os jogadores rubro-negros têm ficado em evidência.
O primeiro episódio que mais chamou atenção foi na partida contra o Internacional, pelas quartas de final da Libertadores. Na ocasião, Guerrero, atacante colorado, se desentendeu com alguns jogadores do Flamengo. No meio da confusão, Jorge Jesus foi tirar seus comandados do alvoroço e acabou discutindo com Rafinha. Companheiros perceberam o clima quente e apartaram.
Também na Libertadores, mas contra o Grêmio, outra cena de discussão entre jogadores do Flamengo. Filipe Luís e Arão só não chegaram às vias de fato em campo porque a 'turma do deixa disso' chegou para tranquilizar o clima.
A discussão mais áspera aconteceu no empate com o Goiás, na última quinta-feira. Após o apito final, Arão e Gabigol bateram boca e precisaram ser contidos. Jesus chegou e deu bronca no volante, que retrucou o treinador. O meia Diego também precisou aparar as arestas.
Freud explica?
O psicólogo esportivo Alberto Figueiras, que fez parte da comissão técnica do Flamengo até maio, falou sobre as cenas de tensão entre os jogadores. Para ele, a vontade de vencer dos atletas pode estar falando mais alto.
"Brigas podem representar muita coisa. A primeira delas e a mais provável é que exista uma vontade muito grande de vencer. O que aconteceu dentro do campo foi uma espécie de discordância em relação às decisões tomadas por ambos", analisou Alberto Figueiras.

Dia D para Diego Alves

O sábado será crucial para decidir sobre a presença de Diego Alves na partida de amanhã, contra o Corinthians. Sem César, expulso diante do Goiás, o Flamengo pode ir a campo com o inexperiente Gabriel Batista.

(Por Venê Casagrande/O Dia)

Caso Marielle: promotora pede afastamento após repercussão de publicações pró-Bolsonaro. Em carta, Carmen Eliza afirmou que exerceu a imparcialidade na atuação das investigações

CASO MARIELE
Promotora do Ministério Público do Rio, Carmen Eliza Bastos de Carvalho
Promotora do Ministério Público do Rio, Carmen Eliza Bastos de Carvalho - 
Rio - Após a repercussão das publicações de apoio ao presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais, Carmen Eliza Bastos de Carvalho, uma das promotoras do Ministério Público do Rio de Janeiro que investiga o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, pediu afastamento do caso nesta sexta-feira. 
No dia da posse de Bolsonaro, em janeiro deste ano, a promotora escreveu que "há anos" não se sentia tão emocionada. Antes, ao celebrar a vitória do então presidente eleito, comemorou que o Brasil teria se livrado do "cativeiro esquerdopata". "Patriotismo. Assim que se constrói uma NAÇÃO! União em prol do Brasil! Família, moral, honestidade, vitória do bem!", anotou.
Em nota, o órgão informou ainda que, diante da repercussão relativa às postagens da promotora em suas redes sociais, a Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro instaurou procedimento para análise.
Já a promotora afirmou, em carta que exerceu a imparcialidade na sua atuação funcional no caso Marielle e Anderson. "Venho  esclarecer que, como cidadã, exerço plenamente os direitos fundamentais a todos assegurados pelo art. 5º da Constituição da República, com destaque para a liberdade de expressão, que garante a livre manifestação de minha opção política e ideológica", disse em um trecho do texto. 
Carmen Eliza Bastos participou nesta quarta-feira, da coletiva de imprensa na qual o MP afirmou que o porteiro do condomínio Vivendas da Barra mentiu ao relacionar Bolsonaro com Elcio Vieira de Queiroz, um dos réus presos por envolvimento no crime.

(Por O Dia)