segunda-feira, 30 de março de 2020

Cipriano Maia diz que momento é de preparar a rede de assistência à saúde. Último boletim da Sesap aponta 1 óbito, 68 casos confirmados e 1.414 suspeitos de coronavírus.

COVID-19
 
 Secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, em entrevista para o Bom Dia RN: “Não é hora de acharmos que o perigo passou”. 

Em entrevista concedida via Skype ao Bom Dia RN da Intertv Cabugi, nesta segunda-feira (30), o secretário estadual da Saúde, Cipriano Maia, falou sobre a preocupação com o aumento do número de casos de covid 19 no RN. “Essa tem sido a tendência no Brasil e aqui no RN, com crescimento da curva em todo o mundo nesses primeiros dias”.

O secretário fez um apelo à população para que mantenha a atitude responsável em relação à contenção da pandemia do novo coronavírus. “Não é hora de acharmos que o perigo passou”. Ele reforçou a necessidade de organizar a rede de assistência para atendimento aos casos graves da doença. “O desafio é acelerar a oferta de cuidados adequados para diminuir o número de óbitos”.

Diante dessa realidade, todos os municípios devem manter medidas de contenção e isolamento. Diante da possibilidade de que pessoas assintomáticas possam contribuir para a disseminação do vírus, a recomendação é que mesmo os municípios sem casos confirmados mantenham medidas de contenção e isolamento. “As atividades essenciais precisam ser mantidas, mas quem pode, deve ficar em casa, e quem sai deve ter os cuidados de higiene e distanciamento”.

Cipriano lembrou que o entendimento do Governo, em parceria com os outros entes, é de manter a tônica do isolamento social, do distanciamento, das restrições, necessários para ganhar tempo de preparação das redes pública e privada. “Nesse sentido, em sintonia com os estados, a orientação é manter essa tendência pelo menos até o final de abril e ir avaliando a condição da doença”.

Testagem

No Rio Grande do Norte os testes para diagnóstico da covid 19 estão sendo realizados pelo Laboratório Central do RN, o Lacen, em parceria com o Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que possibilitou uma ampliação da quantidade de testes. “Estamos realizando uma média de 100 testes por dia, com resultados liberados em no máximo 48 horas, o que significa uma média muito boa”, explicou o secretário.


Os testes estão sendo realizados em pessoas sintomáticas que são profissionais de saúde e em pessoas internadas com sinais de gravidade. O Rio Grande do Norte deverá receber os testes rápidos para diagnóstico da Covid até o final desta semana.

O boletim epidemiológico divulgado na manhã de ontem (29), apontou que o RN tem 68 casos confirmados de coronavírus, além de 1.414 casos suspeitos e um óbito.


(Por:Nominuto.com)

Weintraub divulga medidas para o combate ao coronavírus, mas não deixa de fazer chacota com o PT

BRASIL,  POLÍTICA
 
 Abraham Weintraub

Visando ajudar e acalmar a população com relação a pandemia, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, divulgou uma lista com medidas tomadas pelo governo Bolsonaro, por intermédio do Ministério da Educação (MEC), para ajudar no enfrentamento ao vírus chinês.

Weintraub usou as rede sociais e, em uma série de publicações, enfatizou que “tem trabalhado para minimizar os impactos do coronavírus”.

Confira a lista apresentada pelo ministro:
1) Gerimos a segunda maior rede hospitalar do Brasil, que são os 40 hospitais universitários da rede Ebserh. Além disso, listo abaixo algumas das principais medidas que estão sendo tomadas no Ministério neste momento.
2) Direcionar os recursos para onde eles são mais necessários. Menos recursos para mestrados em sociologia, por exemplo, para termos mais leitos hospitalares disponíveis no pico da crise. Dinheiro público para atender necessidades públicas.
3) Alimentação dos alunos e famílias. Estamos em diálogo com conselhos estaduais para implementar ações de apoio aos alunos das escolas. São 40 milhões de alunos que não podem ficar sem merenda.
4) Proteção dos alunos. Estamos buscando junto aos estados e municípios formas de flexibilizar o cumprimento dos 200 dias letivos mínimos anuais e buscando alternativas para ensino a distância.
5) Por falar nisso, aumentamos a capacidade da plataforma EAD disponível para universidades e institutos federais adotarem essa modalidade em maior escala.
6) Medida Provisória 924, que abriu crédito de R$ 261 milhões que serão destinados aos Hospitais Universitários principalmente para compra de materiais, medicamentos e para pesquisa.
7) Autorização para os alunos de 5º e 6º ano de medicina, e último ano das demais áreas de saúde (enfermagem, fisioterapia e farmácia), atuarem no enfrentamento da pandemia.
8) Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), vinculada ao MEC, disponibilizou uma ferramenta de registro de diagnóstico on-line de coronavírus em seus pacientes.
9) Antes do fechamento das escolas, destinamos mais de R$ 400 milhões do FNDE para compra de materiais de higiene e álcool em gel para escolas públicas.
10) Publicação de portaria que flexibiliza a educação a distância para o sistema federal de ensino e universidades privadas.
11) Como a maioria das instituições estão fechadas, o MEC prorrogou, por período indeterminado, os prazos das listas de espera do ProUni e do Fies que já estavam em andamento.

12) Nova linha de pesquisa relacionada a epidemias, como coronavírus. A Capes ofertará 2,6 mil bolsas nas áreas de infectologia, epidemiologia, imunologia e pneumologia ainda em 2020.
13) Programa Tempo de Aprender. MEC disponibiliza curso na internet sobre alfabetização para pais e professores. É uma forma de incentivo à leitura no ambiente familiar que tem efeitos positivos no desenvolvimento das crianças.
14) Apenas para não terminar com 13…

 Confira:
 
 
 



(Por:Jornal da Cidade Online)

De mulher pra mulher, Zambelli desmoraliza Janaína: “Reflita, você está fora de si”

BRASIL,  POLÍTICA
 
 Carla Zambelli e Janaína Paschoal

A jurista Janaína Paschoal perdeu o bom senso, a elegância e o bom debate.

Desde que resolveu confrontar as iniciativas da população, que decidiu ir às ruas em apoio as pautas do governo e ao próprio presidente Jair Bolsonaro, a deputada tem cometido uma série de erros políticos, o que tem lhe gerado uma onda enorme de impopularidade.

Notadamente, a deputada não goza mais do prestígio que angariou na época do impeachment de Dilma Rousseff e que lhe valeram mais de 2 milhões de votos no último pleito eleitoral. Sua queda foi gigantesca e de proporções ainda imprevisíveis.

Mais drástico, é que Janaína não consegue assimilar a lição. Pelo contrário, tem transformado esse momento de revés, em ódio.

Nesse sentido fez uma postagem fazendo cobrança a alguns ex-companheiros, entre eles a deputada Carla Zambelli.

Em tom de deboche, desrespeitoso, exalando o tal ódio, que certamente tem lhe corroído a alma e a sanidade.

Zambelli foi dura na resposta e advertiu Janaína:


“É momento de união, pare um pouco e pense na instabilidade que seus comentários causam”.
E, por fim, alertou:
“Reflita. Você está fora de si”.
Confira:
 

 


 



(Por:Jornal da Cidade Online)

João Dória e Bruno Covas, desfilando hipocrisia

BRASIL,  POLÍTICA

 Bruno Covas e João Dória

Eu acho que político quando exige algo da população deveria dar o exemplo.

João Dória tem 62 anos e Bruno Covas está passando por um tratamento contra um câncer.

Obviamente são grupo de risco...

Onde eles estão?

Fazendo inauguração!

E depois atacam que Bolsonaro está andando por aí....

Essa política baixa, suja, tem que acabar!!



(Texto de Flavia Ferronato. Advogada, Coordenadora Nacional do Movimento Advogados do Brasil/Jornal da Cidade Online)

Coronavírus: Com 22 mortes nas últimas 24h, Brasil totaliza 136 óbitos. Boletim aponta 4.256 casos da doença, aumento de 9% na comparação aos dados de sábado (28)

CORONAVÍRUS
 
 O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Subiu para 136 o número de mortes pelo novo coronavírus no Brasil, de acordo com boletim divulgado pelo Ministério da Saúde.

Nas últimas 24 horas, 22 pessoas morreram em decorrência da doença. No sábado (28), eram 114 mortos, o que aponta para um crescimento de 19%. Já a taxa de mortalidade está em 3,2%.

No total, o Ministério contabiliza 4.256 casos, aumento de 9% com relação aos dados de sábado, quando eram registrados 3.904 infectados.

Com 98 mortos, São Paulo continua sendo o epicentro da epidemia no Brasil. O estado tem  no momento 1.451 casos confirmados.

Em segundo está o Rio de Janeiro. De acordo com a Secretária estadual de Saúde, há 600 infectados no estado, por Covid-19 e 17 mortes.


(Por:Agência Brasil)

Bolsonaro cogita decreto que permita volta ao trabalho a todas as profissões. O Presidente da República deu a declaração neste domingo

DECRETO
 Presidente da República Jair Bolsonaro
 Presidente da República Jair Bolsonaro - Marcos Corrêa/PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo, 29, que cogita assinar um decreto para permitir que todas as profissões possam voltar a trabalhar. O presidente tem sido crítico a medidas restritivas impostas por governadores em alguns Estados em razão da pandemia do novo coronavírus. Segundo ele, a paralisação de comércio e da circulação de pessoas causará um grande impacto na economia, o que pode levar a uma onda de desemprego e falta de sustento para trabalhadores informais.

"Eu estou com vontade, não sei se vou fazer, mas estou com vontade de baixar um decreto amanhã: toda e qualquer profissão legalmente existente, ou aquela voltada para a informalidade, mas que for necessária para o sustento dos seus filhos, para levar o leite para os seus filhos, levar arroz e feijão para a sua casa vai poder trabalhar", afirmou ao chegar no Palácio da Alvorada neste domingo, depois de fazer uma visita a vários locais da capital federal, como padarias, postos de combustível, mercados e farmácias. A entrevista do presidente foi transmitida nas redes sociais.

Bolsonaro disse ainda que irá recorrer da decisão judicial que derrubou decreto que permitia funcionamento de lotéricas no Brasil. Segundo ele, o serviço é, muitas vezes, a única agência bancária da cidade. "(A pessoa) vai ter que mudar de cidade para pagar o boleto, para receber seu dinheiro do Bolsa Família. Derrubaram e vou ter que recorrer. Vamos começar agora uma guerra de liminares", afirmou.



(Por:Estadão Conteúdo)

Espanha registra 812 mortes por coronavírus em 24 horas e supera 7.300 vítimas fatais. Segundo país com o maior número de mortes provocadas pela covid-19, depois da Itália, a Espanha registrou de domingo para segunda-feira um número menor de mortes em 24 horas, depois do recorde de 838 anunciado na véspera.

PANDEMIA NA ESPANHA
 Espanha é o segundo país com maior número de mortes por coronavírus
 Espanha é o segundo país com maior número de mortes por coronavírus - AFP

Madri - A Espanha registrou 812 mortes por coronavírus nas últimas 24 horas, o que eleva a 7.340 o total de vítimas fatais desde o início da epidemia, anunciou o ministério da Saúde nesta segunda-feira.

Segundo país com o maior número de mortes provocadas pela covid-19, depois da Itália, a Espanha registrou de domingo para segunda-feira um número menor de mortes em 24 horas, depois do recorde de 838 anunciado na véspera.

Em termos percentuais, a progressão de falecimentos confirma a a desaceleração considerável nas últimas 24 horas, a 12,4%, contra 27% registrado na quarta-feira.

O número global de infectados diagnosticados chegou a 85.195, um aumento de 8%, o que também implica uma queda considerável em termos percentuais desde quarta-feira (quando aconteceu uma alta de 20% dos casos), segundo o balanço do ministério.

As autoridades de saúde expressaram um otimismo cauteloso no fim de semana, ao apontar que o país poderia estar se aproximando do pico dos contágios. "A evolução parece que se estabilizou, parece que inclusive está começando a cair", disse Fernando Simón, diretor do Centro de Emergências Sanitárias.

O número de pessoas que receberam alta mantém a tendência de alta e chegou a 16.780, quase 20% do total de infectados pela covid-19.

A região de Madri, onde vários hospitais estão saturados e já que habilitou dois necrotérios e um hospital de campanha em um centro de convenções, continua sendo a mais afetada, com pouco menos de um terço dos casos e quase metade das mortes.

Os 46,6 milhões de espanhóis permanecem em confinamento desde 14 de março e devem prosseguir assim até pelo menos 11 de abril.

O governo do primeiro-ministro Pedro Sánchez decidiu restringir ainda mais o confinamento a partir desta segunda-feira, com a suspensão de todas as atividades não essenciais por duas semanas, em sua luta por restringir os contágios do coronavírus SARS-Cov-2.



(Por AFP) 

Senado vota nesta segunda-feira auxílio de R$ 600 para autônomos e informais. Sessão remota está prevista para as 16h

SENADO
 Senadores serão conectados ao sistema virtual para ser usado durante a crise do coronavírus
 Senadores serão conectados ao sistema virtual para ser usado durante a crise do coronavírus - Wilson Dias/Agência Brasil

Brasília - O Senado vota nesta segunda-feira o pagamento de um auxílio emergencial por três meses, no valor de R$ 600, destinado aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), havia confirmado a data da votação em postagem no Twitter, na última sexta-feira (27).

Alcolumbre continua se recuperando após ser diagnosticado com o novo coronavírus. Quem tem comandado as sessões remotas é o vice-presidente, senador Antonio Anastasia (PSD-MG). A sessão está prevista para ocorrer às 16h. Antes, às 10h, os líderes se reunirão, também remotamente, para discutir outras votações prioritárias da semana.

Pelas manifestações de senadores nas redes sociais, a expectativa é que a medida seja aprovada sem objeções. Inicialmente, na primeira versão do relatório, o valor proposto era de R$ 500. Após negociações com o líder do governo, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), o Executivo decidiu aumentar para R$ 600 e a proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados na última quinta-feira (26).

O auxílio é voltado aos trabalhadores informais (sem carteira assinada), às pessoas sem assistência social e à população que desistiu de procurar emprego. A medida é uma forma de amparar as camadas mais vulneráveis à crise econômica causada pela disseminação da covid-19 no Brasil, e o auxílio será distribuído por meio de vouchers (cupons).



(Por:Estadão Conteúdo)

Guedes é contra redução salarial de servidores durante pandemia do coronavírus. Para o ministro da Economia, medida não seria uma saída para a situação econômica do país, já que o setor privado sofrerá retração; ele defende veto a aumento de remunerações por três anos

'NÃO FAZ SENTIDO'
 Ministro da Economia, Paulo Guedes
 Ministro da Economia, Paulo Guedes - Tânia Rêgo / Agência Brasil

Apesar de uma ala do Parlamento, em Brasília, defender fortemente a redução salarial de servidores do país para garantir mais recursos públicos durante a pandemia do novo coronavírus, o ministro da Economia, Paulo Guedes, demonstrou ser contrário a essa medida. Guedes, que sempre discursou favorável à austeridade para o funcionalismo, disse no último sábado, em conferência com a XP Investimentos, não ver sentido em cortar remunerações nesse momento. Para ele, o caminho é apenas congelar reajustes por dois ou três anos. 

O titular da pasta ressaltou que, neste momento de crise, "não faz sentido macroeconomicamente". E justificou que, diante da previsão de altos índices de desemprego como consequência das medidas de prevenção à pandemia (como o fechamento do comércio, por exemplo), mais cortes prejudicariam ainda mais a economia.

"Já que o setor privado foi para o desemprego, foi para o auxílio emergencial, o funcionário público que está em casa, no isolamento, recebendo salário integral, então, pelo menos contribua com o Brasil. Quebra essa espiral de aumentos pelo menos dois, três anos", afirmou Guedes.

As declarações do ministro vão ao encontro do que representantes do setor público já argumentam sempre que esse assunto volta ao debate. E na semana passada, o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reacendeu esse assunto ao anunciar que o Parlamento avançaria com essa proposta, incluindo a redução dos vencimentos de deputados e senadores.

As alegações dos parlamentares são de que há necessidade de destinar mais verbas para a Saúde e os trabalhos de enfrentamento e prevenção à disseminação da Covid-19.

Maia, porém, recuou depois de conversar com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Tofolli. O magistrado comunicou a integrantes da Frentas (Frente Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público), que reúne 40 mil juízes e membros do Ministério Público em todo o país, de que o presidente da Câmara firmou compromisso do Parlamento em não levar essa ideia adiante. 

Mas, ainda assim, o corte salarial seguiu sendo defendido por diversos parlamentares.
 
 
(Por:Paloma Savedra/O Dia)

Ministério e rede privada tentam reforçar equipes. Entre as estratégias estão, além de contratações extras, a renovação de contratos do Mais Médicos e até convocação de voluntários

COMBATE AO COVID-19
 Secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo
 Secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Preocupados com uma possível carência de profissionais de saúde durante o pico do surto da covid-19 no País, o Ministério da Saúde e a rede privada iniciaram ações para tentar reforçar suas equipes. Entre as estratégias estão, além de contratações extras, a renovação de contratos do Mais Médicos e até convocação de voluntários.

O governo federal já havia anunciado no início do mês a abertura de edital extra do Mais Médicos para a contratação de 5,8 mil profissionais. Na última semana, decidiu ainda renovar o contrato de médicos formados no exterior que seriam desligados do programa em abril e divulgou edital para a contratação de cubanos.

Na rede privada, vários hospitais abriram processo seletivo. O Albert Einstein abriu 1,2 mil vagas temporárias por causa do surto. Há postos para enfermeiros, médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos, auxiliares de farmácia, psicólogos, técnicos de raio X, além de profissionais de apoio, como cozinheiro e camareiro.

Além de reforçar a equipe de seus próprios hospitais, o Einstein tenta montar o time de funcionários que atuarão no hospital de campanha montado pela Prefeitura no Pacaembu. A unidade será gerida pela organização social do Einstein. A Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM) será responsável pela administração do hospital de campanha do Anhembi e abriu 1,2 mil vagas de trabalho.

A Prevent Senior já contratou 400 profissionais extras por causa da epidemia e abrirá mil novas vagas. A operadora, focada no público idoso e com vários casos confirmados da covid-19, tem dois hospitais dedicados exclusivamente ao atendimento de pacientes contaminados pelo novo coronavírus.

O Sírio Libanês abriu cem novas vagas. O Hospital Alemão Oswaldo Cruz já contratou 200 novos profissionais e está em processo seletivo para a admissão de mais 150. O A.C. Camargo Cancer Center também anunciou a contratação de 130 novos profissionais para o período de crise, na maioria técnicos de enfermagem.

Com o aumento de admissões, o Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP) viu o número de interessados em emitir o registro profissional triplicar na última semana. Em apenas três dias, 676 profissionais deram entrada no pedido.

Até médicos voluntários estão sendo convocados. No Hospital São Paulo, da Unifesp, a ajuda está sendo solicitada para cumprir os plantões noturnos e de fins de semana.

O Einstein também fez um cadastro de voluntários diante da procura de profissionais interessados em colaborar: até oo sábado, 2 mil médicos e outros 1,7 mil profissionais de saúde já haviam se cadastrado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



(Por:Estadão Conteúdo)