sábado, 29 de abril de 2017

Protesto no Rio tem confronto e ônibus incendiados. Manifestantes atearam fogo em veículos na região central do Rio, perto da Praça do Passeio

GREVE GERAL
Protestos no RJ durante a Greve Geral
Manifestantes põem fogo em móveis durante protesto no Rio de Janeiro contra as reformas trabalhistas e da previdência do governo Michel Temer - 28/04/2017 (Ricardo Moraes/Reuters)

A Polícia Militar dispersou hoje, com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo, a principal manifestação prevista para ocorrer no centro do Rio como parte da greve geral em protesto contra as reformas que vêm sendo desenvolvidas pelo governo. Após a dispersão, veículos foram incendiados. 
Pelo menos cinco ônibus foram incendiados no centro do Rio de Janeiro durantes as manifestações que ocorrem hoje na cidade. 
Milhares de manifestantes se reuniam na Cinelândia, em frente a Câmara Municipal, quando houve um confronto de alguns integrantes do protesto com a polícia, que reagiu com gás de pimenta e bombas, gerando um corre-corre que dispersou a multidão. A confusão impediu o início do ato marcado para acontecer no palanque armado na praça, onde discursariam lideranças sindicais, políticas e estudantis em apoio à paralisação e contra as reformas.
Houve pânico e correria. Os mascarados reagiram com pedras e fogos de artifício. Lojas foram depredadas perto da Alerj, e objetos foram incendiados, formando barreiras.
Depois de cerca de 30 minutos de muita confusão, os manifestantes voltaram a se reunir na praça em frente ao palanque, onde as lideranças do protesto fizeram um chamamento para reagrupar o público no local e enfim dar início à manifestação no final da tarde.
ÔNIBUS
Um ônibus foi incendiado na Cinelândia, e os outros quatro na Lapa, região central da capital fluminense. Não há informações sobre feridos até o momento. A polícia tenta dispersar os manifestantes, muitos deles mascarados, com bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo.
(Com Agência Brasil e Reuters)

Greve atinge todo o país, mas reúne pouca gente e tem confrontos. Movimentação contra as reformas da Previdência e trabalhista deixa cidades com cara de feriado e termina com governo e centrais sindicais cantando vitória



GREVE GERAL
Protestos em São Paulo
Polícia usa bala de borracha contra manifestantes em frente à casa do presidente Michel Temer, na região de Pinheiros em São Paulo, durante protestos contra a reforma trabalhista e da previdência - 28/04/2017 (Ricardo Matsukawa/VEJA.com)


A greve geral convocada pelas centrais sindicais e movimentos de esquerda contra as reformas trabalhista e da Previdência propostas pelo presidente Michel Temer (PMDB) afetou todos os estados da federação, conseguiu deixar algumas capitais com cara de feriado, mas reuniu poucos manifestantes nas ruas, teve confrontos violentos no Rio e em São Paulo e terminou com os dois lados – governo e sindicatos – cantando vitória.
O efeito ‘cidade-fantasma’ em algumas capitais, como São Paulo, foi decorrência, principalmente, da adesão de motoristas de ônibus, trens e metrô, além de bloqueios em rodovias importantes do entorno da capital, que dificultaram a locomoção de trabalhadores.
Não há números confiáveis sobre a adesão. O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, estimou em 40 milhões o número de trabalhadores que pararam, mas não explicou como chegou a este número. “O recado foi dado. O governo agora terá oportunidade de abrir negociações para fazer uma reforma justa e civilizada”, disse.
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) não fez uma estimativa com números, mas seu presidente, Vagner Freitas, considerou a paralisação um sucesso. “Mostramos ao Temer que a população não concorda com as reformas”, disse. “E não para aqui. Vamos ocupar Brasília para que o Congresso não vote as reformas e vamos fazer mais greves se for necessário”, disse.
O governo viu diferente. O ministro da Justiça, Osmar Serraglio, afirmou que “não houve greve, mas uma baderna generalizada”, que foi coibida rapidamente pela polícia, que liberou bloqueios e piquetes que impediam que aqueles que não aderiram à greve se dirigissem aos locais de trabalho.
Sobre o impacto do protesto na tramitação das reformas, disse que o fracasso da manifestação ajuda o governo. “Num primeiro momento, eu acho que as consequências serão no sentido de fortalecer as reformas. porque, quando essas atitudes são tomadas, você cria dificuldades para que as pessoas se dirijam ao seu trabalho”, disse. “A reforma trabalhista veio para dizer ao trabalhador: você é livre para fazer o acordo que você queira.”
Em nota, Temer afirmou que as greves “ocorreram livremente em todo o país”, mas disse que o “trabalho em prol da modernização da legislação nacional continuará, com debate amplo e franco, realizado na arena adequada para essa discussão, que é o Congresso Nacional”.
Em ato no bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, próximo à casa de Temer, o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, um dos líderes do protesto, prometeu levar a manifestação ao Congresso. “Se não entenderem [as manifestações] vai ter convulsão social. Nós vamos tomar o Congresso, porque terra improdutiva tem que ser ocupada para ter função social”, afirmou no protesto.
Pelo país, havia pouca gente nas manifestações. O maior ato ocorreu no Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, onde os organizadores disseram ter reunido 70 mil pessoas – a PM não fez estimativa. Mas foi neste ato que ocorreu um dos maiores tumultos da greve geral, com uma batalha campal entre policiais militares e manifestantes que tentaram chegar à casa de Temer no Alto de Pinheiros, um bairro de altíssimo padrão.
A PM impediu o acesso com bombas de gás lacrimogênio, bombas de efeito moral, balas de borracha e jatos de água. Os manifestantes responderam com paus, pedras e outros objetos atirados contra os policiais.
Para juntar o seu arsenal, os manifestantes arrancaram concretos de calçadas, quebraram placas de trânsito e retiraram pedaços de madeira de algumas casas. Também quebraram vidraças, agências bancárias e ao menos um restaurante.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, 36 manifestantes foram presos em todo o estado de São Paulo, sendo 21 na capital.

Rio

Outro confronto violento ocorreu no centro do Rio de Janeiro, com a PM e manifestantes usando o mesmo arsenal do enfrentamento em São Paulo – bombas de gás e balas de borracha do lado policial; paus, pedras e pedaços de madeira, além de barreiras de fogo nas vias.

O protesto ocorreu principalmente no entorno da Assembleia Legislativa do Rio e deixou o trânsito da região totalmente parado entre o final da tarde e o início da noite. Parte do comércio fechou as portas. Na Avenida Rio Branco, várias agências bancárias foram depredadas. Além de carros e lojas, pelo menos oito ônibus foram incendiados pelos manifestantes.
“Com esse tipo de ataque, os veículos – que não têm seguro (as seguradoras não fazem apólices para ônibus) – são inteiramente descartados”, disse em nota a Fetranspor (Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro).
Em São José dos Campos, interior de São Paulo, um motorista foi preso após atropelar manifestantes que bloqueavam a marginal da rodovia Presidente Dutra. Duas jovens atingidas pelo veículo ficaram feridas e levadas pelos bombeiros a um pronto-socorro na cidade.
O motorista, que após ser parado, deu ré e avançou sobre o grupo para furar o bloqueio, foi perseguido na rodovia e detido por policiais rodoviários. Ele foi levado para uma delegacia da Polícia Civil, prestou depoimento e foi liberado.
Em Pernambuco, um motorista de uma Kombi atropelou e matou um motociclista ao tentar desviar de um bloqueio feito por manifestantes na BR-101, em Cabo de Santo Agostinho.
(Com Estadão Conteúdo, Reuters e Agência Brasil)

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Protesto em Caicó reúne 3 mil pessoas contra reformas na Previdência e na CLT. Concentração começou às 8h na Praça Dr. José Augusto; depois, população saiu em passeata pelo Centro da cidade proferindo gritos de guerra contra reformas

GREVE GERAL: CAICÓ
protesto em caicó

Em apoio à greve geral contra as reformas na Previdência e na legislação trabalhista, movimentos sociais formados por estudantes, servidores públicos e líderes de centrais sindicais saíram às ruas de Caicó, no Seridó, na manhã desta sexta-feira 28.
A concentração começou às 8h na Praça Dr. José Augusto. Depois, a população saiu em passeata pelo Centro da cidade proferindo gritos de guerra contra políticos apoiadores das duas reformas.
Os organizadores estimaram a participação de 3 mil pessoas no ato. A Polícia Militar não divulgou estimativas.
Foto: Wllana Dantas
protesto_caicó
(AgoraRN)

Manifestantes queimam pneus e impedem passagem de veículos na BR-101 em Natal. Protestos são contra os avanços das reformas trabalhista e previdenciária, propostas pelo governo Temer e que tramitam em Brasília

GREVE GERAL
Foto: Cedida / Agora RN
Manifestação na BR-101

Muito embora exista a Tutela Antecipada emitida pela 1ª Vara da Justiça Federal, que impede manifestantes de fecharem rodovias federais e estudais durante protestos realizados no Rio Grande do Norte, alguns dos populares que estão em desacordo pelas reformas​ trabalhista e previdenciária não se intimidaram e bloquearam a BR-101 nesta manhã.

Em imagens recebidas com exclusividade pela reportagem do Portal Agora RN / Agora Jornal, é possível perceber que pneus foram queimados e os manifestantes estão fechando a BR-101, uma das vias mais movimentadas de Natal, nas imediações do Natal Shopping e do Shopping Via Direta, precisamente em frente ao Carrefour.
Uma grande nuvem de fumaça está se formando no local e tem dificultado a visualização por completo. A PRF ainda não interviu.

Confira imagem abaixo:
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Interdições em outras rodovias federais no Rio Grande do Norte também já foram confirmadas pela Polícia Rodoviária Federal. Segundo perfis oficiais da corporação, manifestantes estão bloqueando a rotatória da BR-406 com a BR-101 Norte desde às 4h. Uma equipe da polícia já está no local tentando contornar a situação.

(AgoraRN)

Garis caminham na direção da Ponte de Igapó em busca de união com membros do MST. Segundo Carlos Medeiros, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza do Rio Grande do Norte, a intenção é unir forças com os manifestantes do Movimento Sem-Terra

GREVE GERAL
Foto: Cedida / Agora RN
Garis caminhando em direção à Ponte de Igapó

Centenas de garis da Urbana estão caminhado neste momento em direção à Ponte de Igapó onde pretendem encontrar diversos membros do Movimento Sem-Terra que estão vindo da Zona Norte da cidade, onde realizaram protestos no trecho que liga a capital do Estado às cidades de Ceará-Mirim e Extremoz.
Segundo Carlos Medeiros, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza do Rio Grande do Nort (Sindlimp-RN), a intenção é unir forças com os manifestantes do MST para em seguida descerem em direção ao Midway Mall, local da concentração do protesto de hoje a tarde.
“Começamos nossas movimentações desde às 06 horas na Vital Engenharia. Já passamos pela Zona Oeste, nos unimos com membros de alguns sindicatos e agora estamos caminhando para o encontro com o pessoal do MST, que iniciou os protestos na rotatória da BR-406 com a a BR-101 Norte. Depois que nos encontrarmos, vamos todos descer em direção ao Midway”, contou Carlos ao Portal Agora RN / Agora Jornal.

Manifestantes usam concreto para tentar parar trem em Natal. Ato foi na zona Norte da capital, onde primeiras manifestações começaram.

GREVE GERAL


Um grupo de manifestantes tentou evitar a passagem de um trem, na zona Norte de Natal, utilizando uma manilha de concreto.
A ação ocorreu na região Norte da cidade, onde desde as primeiras horas da manhã há manifestações em torno da fábrica da Guararapes, em Extremoz e nos entrocamentos da BR 101 com 406.

(PortalnoAR)
Confira o vídeo:

Manifestantes tentam impedir passagem de trem com concreto em Natal

Acompanhe todo o dia de ‘Greve Geral’ no RN em tempo real. Duas vias de Natal estão tomadas neste momento, cerca de 10h30 desta sexta

GREVE GERAL

SINDICALISTAS CAMINHAM NA AV. TOMAZ LANDIM (REPRODUÇÃO/VIA CERTA NATAL)

Duas vias de Natal estão tomadas neste momento, cerca de 10h30 desta sexta-feira (28), por manifestantes que aderiram à greve geral em protesto às reformas da Previdência e da legislação trabalhista.
Na Avenida Tomaz Landim, na Zona Norte, sindicalistas congestionam a via desde o bairro Parque dos Coqueiros. Os manifestantes caminham na direção da ponte do Igapó, também na ZN. Como reflexo da movimentação, o trânsito parou para quem vem à capital. Motoristas até desceram dos carros enquanto esperam para prosseguir.
Na Avenida Capitão-Mor Gouveia, na Zona Oeste da capital, garis fazem passeata no sentido do bairro Bom Pastor. Os profissionais da limpeza pública pedem também a saída do presidente da República, Michel Temer (PMDB).
Interdições
:: Km 31 da BR-406 – entrada para Guamaré;
:: Km 174 da BR-226 – os dois sentidos da via na área urbana de Currais Novos estão bloqueados.
Vias já liberadas
:: Rotatória da BR-101 Norte com a BR-406. No local o protesto ocorreu em frente a sede da Guararapes. Flávio Rocha, dono da empresa, é defensor das mudanças na legislação trabalhista.
:: BR-101 Sul em frente ao conjunto Mirassol no sentido Parnamirim – Natal.

(Ayrton Freire/PortalnoAR)

Polícia Federal comprova que mulher de Cabral tinha íntima relação com assessorDepoimento de gerente financeira de Adriana Ancelmo revela detalhes sobre esquema criminoso de ex-primeira dama.

LAVA JATO


O juiz da 7° Vara Criminal, Marcelo Bretas, foi o responsável que colocou Adriana Ancelmo, mulher do ex-#Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, na cadeia. Segundo o juiz, o Ministério Público Federal teria comprovado que Adriana participou firmemente em esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.
O juiz citou, que semanalmente Adriana recebia uma quantia que chegava a R$ 300 mil em seu escritório de advogacia, a Ancelmo Advogados. A gerente da mulher de Cabral, Michelle Tomaz Pinto, disse que o dinheiro em espécie era entregue para Adriana em uma mochila. O depoimento da gerente foi importante para o juiz decidir a prisão.
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Durante anos, Michelle trabalhou para Adriana, ela contou para a Polícia Federal (PF) que a ex-primeira dama do Rio de Janeiro recebia dinheiro vindo de Luiz Carlos Bezerra, assessor de Cabral que era responsável por pegar propina para o ex-governador. Segundo Michelle, entre o anos de 2014 e 2015, quase sempre as sextas-feiras, Bezerra entregava valores que variavam entre R$ 200 mil e R$ 300 mil, quem pegava o dinheiro nas mãos era Adriana ou seu sócio Thiago Aragão.
A policia comprovou uma íntima relação entre Adriana e Bezerra, mesmo que ela negue a participação dele com as contas de sua família. Investigações apontam que Adriana esteve ao telefone cerca de 98 vezes com Bezerra, e pessoalmente houve cerca de 19 encontros. A PF avaliou que a quantia que a família Cabral utilizava em cartão de crédito variava entre R$ 30 mil e R$ 300 mil. Michelle contou que era ela quem ia até a agência do Banco Itaú, localizada na Avenida Olegário Maciel, na Barra da Tijuca e realizava o pagamento das contas, ela também disse que fazia depósitos bancários para membros da família de Cabral.
No despacho, o juiz Bretas escreveu que Adriana tinha total conhecimento da propinaque seu marido recebia e também estava envolvida no repasse de dinheiro, tudo estava relacionado a uma organização criminosa. Além disso, há também o envolvimento de jóias que evidenciam que Adriana participou de todo o esquema criminoso. #SérgioCabral#Corrupção

(JornaldoPaís)

Gleisi delira com Lindbergh: “Com essa greve vamos derrubar as reformas, o Governo e trazer Lula de volta”

GREVES PELO PAÍS

Se há no Brasil pessoas que são a “fulanização” da ignorância política, a senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR) é a primeira da fila. Não bastassem a condição de ré por corrupção em ação penal no âmbito da Operação Lava-Jato, o fato de ter sido acusada por quase uma dúzia de delatores de receber propina do Petrolão e de estar sendo investigada juntamente com o próprio marido, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações), na Operação Custo Brasil, a senadora petista ousa apresentar-se como a versão feminina e tropical de Aladim, o folclórico gênio da lâmpada maravilhosa.
Dona de impressionante estupidez quando o assunto é política, Gleisi Helena vem aproveitando as escassas oportunidades para não sair de cena no vácuo do desmoronamento contínuo e homeopático do PT, legenda que acertadamente já foi comparada a uma organização criminosa. Aliás, depois de uma década de corrupção, os “companheiros” conseguiram provar que “O Poderoso Chefão”, obra-prima do escritor Mario Puzzo que ganhou as telas do cinema na condição de sucesso de bilheteria, não passou de coisa de amador.
Depois de seu partido arruinar a economia brasileira e ancorar o maior esquema de corrupção de todos os tempos, Gleisi está apostando na greve convocada para sexta-feira (28), em todo o País, como tábua de salvação política.
Preâmbulo do feriado prolongado do Dia do Trabalho, a paralisação está levando o petismo agonizante ao delírio desmedido. Em vídeo gravado na companhia do senador Lindbergh Faria (PT-RJ), outro político a afundar na lama putrefata da Lava-Jato, Gleisi prevê que a “greve geral” – movimento que ganhou adesão pela oportunidade chula de ampliar um feriado prolongado – poderá revolucionar o Brasil.
Gleisi e Lindbergh – integrantes do grupelho “jardim da infância” do impeachment de Dilma – estão certos de que a tal paralisação implodirá as necessárias reformas propostas pelo governo, começará a derrubada do governo de Michel Temer e representará o primeiro passo para trazer Lula de volta. Estabelece a Constituição Federal em seu artigo 5º, inciso IV, que “é livre a manifestação pensamento, sendo vedado o anonimato”.
Com base no que garante a Carta Magna, os senadores petistas podem dizer qualquer coisa, inclusive besteiras, mas é preciso reconhecer que Lula está muito mais próximo da carceragem da Polícia Federal do que do Palácio do Planalto.
Correndo o risco de em breve ficarem sem mandato, até porque os efeitos colaterais do Petrolão implacáveis, Gleisi e Lindbergh parecem não se importar com a realidade. Por isso recorrem ao transtorno delirante para falsear a verdade, até porque considerável parcela do povo brasileiro tem vocação para ser enganado diuturnamente. Ameaçada pela iminente derrubada do canhestro foro privilegiado, a dupla petista corre o risco de em breve fazer companhia a outros “companheiros” que já contemplam o despontar do astro-rei de forma geometricamente distinta, o famoso sol quadrado.
A situação de Gleisi Helena é mais complexa que a de Lindbergh Farias, que lentamente vem sendo dragado pelos escândalos que brotam do Petrolão. A senadora paranaense, que aparece na lista de propinas da Odebrecht com o codinome “Amante” – quem criou a alcunha deve saber os motivos – tem um casamento que passa raspando no Código Penal. Além das estripulias de Gleisi, o marido foi apanhado (e preso) na Operação Custo Brasil sob a acusação de ter comandado um esquema criminoso que subtraiu mais de R$ 100 milhões de servidores federais e aposentados que recorreram a empréstimos consignados por meio do sistema Consist.
Sonhar não é crime e muito menos paga imposto, por isso é livre e necessário, mas delírio é sinal de desespero ou de alienação contumaz. Considerando a importância do Paraná como ente federado, os paranaenses devem estar arrependidos por ter mandado Gleisi Helena ao Senado. Sorte maior é que arrependimento não mata.
(Fonte: www.noticiasbrasilonline.com.br)