
APOSTA NA ECONOMIA - Rodrigo Maia, presidente da Câmara: reformas que podem impulsionar sua popularidade (Gabriela Biló/Estadão Conteúdo)
No poço de intrigas que se transformou a disputa pelo comando da Procuradoria-Geral da República — com guerras de dossiês e fake news nos ‘zaps’ importantes de Brasília –, circulou recentemente num grupo de procuradores a história de uma turbulenta conversa entre Rodrigo Maia e o representante de Raquel Dodge nas articulações, Alexandre Camanho.
Camanho teria revelado a integrantes da procuradoria ter escutado poucas e boas de Maia numa conversa na residência oficial do presidente da Câmara. É que determinadas “pressões” do grupo de Dodge pelo empenho do deputado teriam passado dos limites aceitáveis.
Em sua defesa, explicou Camanho aos colegas, Maia teria sido “envenenado” com intrigas de pessoas que gostariam de vê-lo distante de Dodge. O presidente da Câmara é contabilizado como cabo-eleitoral da chefe da PGR junto a Jair Bolsonaro.
(Por:Robson Bonin/Radar)
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