O Estado de S. Paulo
A repulsa do Congresso a qualquer tipo de aumento de imposto obrigou
nesta terça-feira, 8, o vice-presidente Michel Temer a voltar atrás na
ideia de apoiar o aumento da Contribuição de Intervenção sobre o Domínio
Econômico (Cide). As reclamações surgiram de todas as partes, do baixo
clero à cúpula do PMDB.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), contou ao Estado que ligou para Temer no meio da tarde para fazê-lo mudar de opinião. “Com argumentos técnicos, defendi que o aumento da Cide não era bom”, disse.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), também criticou a ideia. “Continuo achando que primeiro é preciso cortar despesas, reduzir ministérios, extinguir cargos em comissão. Esse é o dever de casa. Em seguida, se discute o que se vai fazer com o déficit fiscal”, afirmou.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), contou ao Estado que ligou para Temer no meio da tarde para fazê-lo mudar de opinião. “Com argumentos técnicos, defendi que o aumento da Cide não era bom”, disse.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), também criticou a ideia. “Continuo achando que primeiro é preciso cortar despesas, reduzir ministérios, extinguir cargos em comissão. Esse é o dever de casa. Em seguida, se discute o que se vai fazer com o déficit fiscal”, afirmou.
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