sexta-feira, 26 de junho de 2015

Deputados ressaltam importância de Agnelo para a história política do RN. Presidente Ezequiel Ferreira propôs sessão solene para homenagear o deputado

RECONHECIMENTO

Foto: Eduardo Maia
Foto: Eduardo Maia
Durante a sessão plenária desta quinta-feira (25), a primeira após o fim do luto oficial pela morte do deputado Agnelo Alves (PDT), ocorrida no último domingo (21), os parlamentares voltaram a destacar a importância do parlamentar para o Legislativo e para a história política do Estado. Em todos os pronunciamentos e apartes Agnelo recebeu homenagens.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PMDB), disse que Agnelo trabalhava como um apaziguador das ideias, formador dos princípios e, sobretudo, como articulador genial. “Agnelo era um jornalista. E como ele dizia, era o que mais gostava de ser. De ser ele, nas ideias expostas, nos papeis, nos jornais ou nas ondas de rádio. De ser ele, no português castiço, que escrevia, e de ser ele na coluna diária do jornal Tribuna do Norte. Ele vivia o jornalismo, suspirava o jornalismo e seu último suspiro foi na página do jornal que ele mais amava”, disse o presidente, que propôs uma sessão solene para homenagens a Agnelo.

Ezequiel afirmou que Agnelo irá deixar, sem dúvida nenhuma, boas lembranças: “Da sua luta vigilante, de homem forte, de ultrapassar as adversidades que a vida lhe impôs, inclusive na sua saúde. Era um ser capaz de evoluir no tempo. Um homem que não perdia o seu norte, mas acompanhava a evolução do tempo, sempre surpreendendo com ideias novas para fazer política”.
O deputado George Soares (PR) disse que, apesar de não ser da mesma geração, ia sentir a perda de um amigo e parceiro. Carlos Augusto Maia (PT do B) afirmou que Parnamirim foi cenário de muitas conquistas graças a atuação de Agnelo, que fez um trabalho elogiável: “Sua gestão engrandeceu Parnamirim, pois ele plantou sementes que geram bons frutos e a cidade tem sua história antes e depois de Agnelo, que deixou lá um legado imenso. Sua história teve muitas páginas e capítulos, mas a maior herança foi sua luta pela vida”, afirmou o deputado.

Para Dison Lisboa (PSD), a partida de Agnelo gera uma perda não somente para o Estado, mas para a política: “Ele deixou um grande legado, era considerado a cabeça pensante da família, o homem das grandes estratégias políticas. Aprendi muito nessa convivência, com sua larga experiência. Alguém que, desde cedo, teve sempre que superar as dificuldades”, afirmou Dison.

José Dias (PSB) destacou a “Excepcional inteligência” de Agnelo. “Foi um homem da luta, da dissidência, do protesto. Alguém que não calava, até quando o tentaram calar e foi também um político de construção, conciliador e formador de apoio”, disse.

Também prestaram homenagens a Agnelo os deputados Souza Neto (PHS), Fernando Mineiro (PT), Tomba Farias (PSB), Gustavo Carvalho (PROS), José Adécio (DEM), Ricardo Motta (PROS), Raimundo Fernandes (PROS), Gustavo Fernandes (PMDB), Albert Dickson (PROS), Cristiane Dantas (PSB) e Nélter Queiroz (PMDB).

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