segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Nº1 DO MUNDO: Djokovic conta com torcida brasileira contra argentino, mas é eliminado e chora muito.

OLIMPÍADAS
2016 Rio Olympics - Tennis - Preliminary - Men's Singles First Round - Olympic Tennis Centre - Rio de Janeiro, Brazil - 07/08/2016. Novak Djokovic (SRB) of Serbia reacts after losing his match against Juan Martin Del Potro (ARG) of Argentina. REUTERS/Toby Melville FOR EDITORIAL USE ONLY. NOT FOR SALE FOR MARKETING OR ADVERTISING CAMPAIGNS. ORG XMIT: OLYN834
Novak Djokovic virou brasileiro por uma noite e da pior maneira possível: perdendo para um argentino. Juan Manuel del Potro, algoz do sérvio na disputa pelo bronze em Londres-2012 e hoje apenas o 141 do mundo, repetiu a maldade e desta vez na primeira na rodada. Bateu o sérvio por 2 sets a 1, em dois tie-breaks, na noite deste domingo (7), e eliminou do torneio de simples uma das maiores estrelas dos Jogos cariocas.

A única partida que, até aqui, conseguiu encher a quadra central Maria Esther Bueno neste torneio olímpico de tênis. Claro, com uma sonora contribuição dos torcedores argentinos, em grande número nas arquibancadas.

“Foi uma noite dos sonhos. Eu olhava para as tribunas e via muita gente me apoiando. É algo muito emocionante”, disse Del Potro, que já foi quarto do mundo e campeão do Aberto dos EUA em 2009, mas que despencou no ranking por culpa de sérias lesões no punho direito.

“Não esperava essa vitória neste momento da minha carreira, ainda mais contra um jogador espetacular. Passada a minha lesão, achei que ia ganhar uma ou outra partida, mas não do primeiro do mundo”. Del Potro deixou a quadra chorando, assim como o adversário, após 2 horas e 27 minutos de muita disputa, bolas difíceis e gritaria.

Djokovic, com uma munhequeira de cada cor, uma com as cores da bandeira da Sérvia e outra verde amarela, em certos momentos parecia não acreditar no que acontecia. Em quadra e nas arquibancadas. Tentava impor seu jogo, sem sucesso. Se o primeiro set foi perdido no detalhe, o segundo foi no correr o risco. Cometeu 17 erros não forçados, contra apenas 9 de Del Potro.

Após ponto difícil no segundo set, quando já estava claro que o duelo seria memorável, pediu apoio da torcida levantando os braços e foi ovacionado aos gritos de “Djoko, Djoko”. Não conseguiu conter um sorriso de satisfação. Mas já era tarde.

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