
O presidente venezuelano Nicolás Maduro durante
apresentação do informe de gestão na Assembleia Nacional, em Caracas -
15/01/2016 (Carlos Garcia Rawlins/Reuters/Reuters)
A chefe do CNE, Tibisay Lucena, pediu uma investigação judicial sobre acusações de que houve fraude na identidade de alguns eleitores – uma reclamação do governo – e não estabeleceu uma data para a próxima fase, que seria a coleta de assinaturas equivalentes a 20% do eleitorado.
Há duas semanas, três ex-ministros de Hugo Chávez e um general reformado expressaram apoio ao referendo revogatório contra Maduro, como uma forma de evitar uma saída violenta para a crise.
(Com Reuters)
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