
Estudantes protestam contra cortes na Educação e a reforma da Previdência em Curitiba - 15/05/2019 (Franklin de Freitas/Folhapress)

Protesto na Avenida Paulista, em São Paulo, que foi fechada para o trânsito nos dois sentidos (SP) - 15/05/2019 (Amanda Perobelli/Reuters)

Estudantes de medicina protestam contra congelamento de verbas pelo Ministério da Educação (Heitor Feitosa/VEJA.com)

Estudante empunha cartaz com ironia ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, em São Paulo (SP) - 15/05/2019 (Heitor Feitosa/VEJA.com)

Criança exibe placa com os dizeres "Tire as mãos do meu futuro" , durante protesto contra os cortes na área da educação e pesquisa anunciados pelo Governo Federal, na avenida Paulista, em São Paulo (SP) - 15/05/2019 (Heitor Feitosa/VEJA.com)

Estudantes com cartazes durante protesto contra os cortes na área da educação e pesquisa anunciados pelo Governo Federal, em São Paulo - 15/05/2019 (Nelson Almeida/Reuters)

Estudantes com faixa durante protesto contra os cortes na área da educação e pesquisa anunciados pelo Governo Federal, no Rio de Janeiro - 15/05/2019 (Pilar Olivares/Reuters)

Estudantes carregam faixa durante protesto contra corte de vebas nas universidades, realizado na Av.Brigadeiro Luís Antônio, região central de São Paulo (SP) - 15/05/2019 (Heitor Feitosa/VEJA.com)

Manifestantes exibem placas durante protesto contra o corte de verbas em universidades, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP) - 15/05/2019 (Andre Penner/AP)

Estudantes gritam palavras de ordem durante protesto contra os cortes na área da educação e pesquisa anunciados pelo Governo Federal, na avenida Paulista, em São Paulo (SP) - 15/05/2019 (Heitor Feitosa/VEJA.com)

Manifestantes carregam cruz de madeira durante protesto contra os cortes na área da educação e pesquisa anunciados pelo Governo Federal, no Rio de Janeiro - 15/05/2019 (Pilar Olivares/Reuters)

Manifestantes protestam contra o corte de verbas de universidades, no Rio de Janeiro (RJ) - 15/05/2019 (Pilar Olivares/Reuters)

Manifestantes atiram pedras e coquetel molotov em ônibus durante protesto contra o corte de verbas de universidades, no Rio de Janeiro (RJ) - 15/05/2019 (Pilar Olivares/Reuters)

Pessoas tiram fotos de ônibus incendiado durante protesto contra o corte de verba nas universidades federais, no Rio de Janeiro (RJ) - 15/05/2019 (Pilar Olivares/Reuters)
Estudantes e professores de escolas e universidades públicas e particulares, além de movimentos sociais, protestaram nesta quarta-feira, 15, contra cortes nas verbas da educação promovidos pelo governo do presidente Jair Bolsonaro. Segundo as entidades, manifestações aconteceram nos 26 estados e no Distrito Federal, em diferentes proporções. Segundo a União Nacional dos Estudantes (UNE), que convocou os atos, 1,5 milhão de pessoas foram aos protestos. Novas manifestações devem ocorrer em 30 de maio.
Enquanto os protestos aconteciam país afora, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, era sabatinado sobre os cortes no plenário da Câmara dos Deputados, onde ele passou das 15h às 21h. Respondendo a perguntas de deputados, ele voltou a dizer que o governo tem como prioridade investir em educação básica e ensino técnico e alegou que não há corte, mas contingenciamento, de cerca de 30% na verba discricionária das universidades (em torno de 3,5% do total). O ministro afirmou diversas vezes podem favorecer o descontingenciamento dos recursos a aprovação da reforma da Previdência e a recuperação de valores desviados da Petrobras.
No final de sua participação, Weintraub disse concordar com a declaração do presidente Jair Bolsonaro, em viagem aos Estados Unidos, de que os manifestantes são “idiotas úteis” e “massa de manobra” de grupos políticos opostos ao seu governo.
(Veja.com.br)
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