quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Após mais de 60h de combate, Corpo de Bombeiros diz que incêndio florestal na Serra do Lima está 'parcialmente controlado.' Fogo começou na tarde da segunda-feira (16), destruindo vegetação nas proximidades do Santuário do Lima, em Patu. Não há vítimas nem danos em edificações.

EM PATU
 Fogo ainda queima vegetação na Serra do Lima, em Patu — Foto: Márcia Dantas
 Fogo ainda queima vegetação na Serra do Lima, em Patu — Foto: Márcia Dantas

Após mais de 60 horas de intenso combate às chamas, o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte informou, na manhã desta quinta-feira (19), que está "parcialmente controlado" o incêndio florestal que atinge a Serra do Lima, em Patu, município da região Oeste potiguar. O fogo começou na tarde da segunda (16).

Ainda não se sabe o que causou o incêndio e ainda não é possível dimensionar a área atingida. Até o momento, no entanto, não há relato de vítimas nem de danos em edificações.

"Durante toda a noite e madrugada, os militares e voluntários subiram a serra em equipes de combate e conseguiram debelar vários focos do fogo. Nesta manhã, os bombeiros estão realizando o monitoramento da área e aguardam drones e outros equipamentos da Secretaria de Segurança e da Defesa Social (SESED), que irão auxiliar no fornecimento de dados das áreas atingidas", acrescentou a assessoria do CBM.

 Fogo chegou a pouco mais de 60 metros do santuário — Foto: Bruno Campelo
 Fogo chegou a pouco mais de 60 metros do santuário — Foto: Bruno Campelo

Na terça-feira (17), cerca de 50 bombeiros, com o auxilio de policiais militares e de equipes da prefeitura de Patu e voluntários, lutaram para controlar as chamas antes que elas atingissem o Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis, igreja que fica no alto da Serra do Lima, principal ponto turístico da região. Atrás da igreja também há uma pousada. O fogo chegou a pouco mais de 60 metros do local, mas foi rapidamente debelado.

Serra do Lima, em Patu  — Foto: Bruno Campelo
 Serra do Lima, em Patu — Foto: Bruno Campelo

(Por Anderson Barbosa, G1 RN)   

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