POLÊMICA
As acusações de Júlio Protásio foram proferidas no plenário da Câmara Municipal de Natal, em março deste ano. Segundo o vereador, que foi líder do prefeito Carlos Eduardo Alves na Casa Legislativa, Eduardo Machado estaria evitando atender aqueles que já tivessem compromissos políticos com outros vereadores para o pleito de 2016.
A fala não foi acompanhada de qualquer prova, tampouco de uma denúncia formal contra o secretário (caberia representação junto ao Ministério Público por improbidade administrativa). Eduardo Machado também achou melhor não responder a Júlio Protásio. Disse que continuaria, “apenas”, fazendo o seu trabalho na Câmara.
Hoje, Júlio Protásio não poderia ser candidato, por ter uma condenação já em segunda instância (por participação na Operação Impacto) e deve lançar seu pai na próxima eleição. As acusações feitas a Eduardo Machado podem ser reflexo de uma mera coincidência, pois Júlio poderia não esperar, naquela época, o processo de fusão, ou já uma “jogada” pensando no futuro, uma vez que Eduardo Machado e o pai dele devem concorrer por votos em 2016.
Fonte: www.tuliolemos.com.br
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