domingo, 22 de maio de 2016

Quadrilha de drogas sintéticas usava WhatsApp para tráfico no Rio



RIO DE JANEIRO/RJ
 
Os dez acusados de traficar drogas sintéticas que agiam em boates do Rio de Janeiro, presos pela polícia na madrugada deste domingo, usava o aplicativo WhatsApp para vender os entorpecentes e receber os pedidos dos usuários. Os trechos de mensagens obtidas pelos investigadores mostram suspeitos e clientes marcando encontros e até pedindo descontos. Nas trocas de mensagens, é possível ver ainda que a quadrilha também comercializava um anestésico utilizado em cavalos, conhecido como Key, que é inalado e tem alto efeito alucinógeno.

Negociação acontece pelo WhatsApp
Negociação acontece pelo WhatsApp Foto: Polícia Civil / Divulgação
Na Rua Sacadura Cabral, no Centro do Rio, a quadrilha — que faturava cerca de R$ 100 mil por noite — foi pega em flagrante e houve a apreensão de cerca de 900 compridos de ecstasy e anabolizantes, um veículo Citroen Air Cross e celulares. A operação foi chefiada pelo delegado Felipe Curi, da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD).

O remédio para cavalos vendido pelo bando
O remédio para cavalos vendido pelo bando Foto: Polícia Civil / Divulgação
Apontado como chefe da quadrilha pelos investigadores, Leonardo Scorza, de 40 anos, é um ex-policial militar expulso da corporação, com anotações criminais por roubo e extorsão.

Drogas e celulares foram apreendidos no Centro do Rio
Drogas e celulares foram apreendidos no Centro do Rio Foto: Divulgação da Polícia Civil
Além dele, também foram presos e indiciados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico: Letícia Lira de Souza, de 31 anos; Luciene Alves da Silva, de 28; Danielle Santos da Silva, de 22; 

Wanderson dos Santos Nogueira, de 23; Guilherme dos Santos de Souza, de 24; Weder Maciel Rosa Silva, de 24; Warlen de Aquino Casemiro, de 24; Everson Luiz Ramos Coutinho, de 23; e Ademilson Gonçalves Reis, de 31.

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