
Neymar sofre com marcação de Rabiot. Brasileiro foi o melhor do Barcelona em campo (Clive Rose/Getty Images)
“Foi um jogo atípico, que dificilmente acontece com a gente. Méritos para o PSG, eles chegaram bem no nosso gol. Agora é pensar no outro jogo. Está difícil, quase impossível, mas vamos tentar reagir. É difícil se preparar para um jogo assim, estamos quatro gols atrás. Acho que nunca passei por essa situação”, afirmou Neymar em entrevista ao Esporte Interativo.
O técnico Luis Enrique chamou para si a responsabilidade pela derrota e admitiu total superioridade da equipe francesa, que marcou com o argentino Ángel Di María (dois belos gols), o uruguaio Edinson Cavani – ambos aniversariantes do dia – e com o alemão Julian Draxler.
“O resultado reflete o que se viu em campo. O PSG se apresentou muito bem, atacou muito bem, venceu muitos duelos e foi efetivo. Desde o início o PSG nos superou na pressão. Eles foram melhores com e sem a bola e fomos claramente inferiores”, afirmou Luis Enrique.
‘Sport’ destacou péssima atuação (Reprodução)
O setor mais contestado da equipe foi o meio-campo: os titulares Sergio Busquets, André Gomes e Andrés Iniesta, e depois Rafinha e Ivan Rakitic, foram sufocados pela força e qualidade dos meias do PSG, especialmente Adrien Rabiot e Marco Verratti, e praticamente não criaram. O Barcelona agora precisará de uma façanha inédita: nunca, em um mata-mata da Liga dos Campeões, uma equipe conseguiu reverter um 0-4 no jogo de volta.
(Veja.com)
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