FALSIDADE
Foto: Divulgação
O falso médico já tinha dez passagens pela polícia, por
homicídio qualificado, aborto, ocultação de cadáver, formação de
quadrilha, falsidade ideológica e exercício ilegal da profissão. Cinco
pessoas suspeitas de participação no crime já foram indiciadas e estão
presas, e mais duas estão foragidas.
Já Carlos Augusto, que se apresentou à polícia na semana
passada, não pode ser preso, devido à lei eleitoral, que impede prisões
cinco dias antes das aleições. Carlos estava sendo procurado e tinha
mandado de prisão expedido pela Justiça. Neste período pré-eleição,
somente flagrantes podem ser realizados.
O Disque-Denúncia divulgou nesta quarta-feira um cartaz com mais dois suspeitos da morte de Jandyra Magdalena. Jadir Messias da Silva e Débora Dias Ferreira estão foragidos da Justiça e a recompensa é de R$ 1 mil para informações sobre o paradeiro da dupla.
Jadir e Débora são réus em processo de março do ano passado
e respondem por homicídio qualificado, aborto em terceiros e formação
de quadrilha. De acordo com o Ministério Público, ele, que é taxista,
seria o motorista da quadrilha, junto com Débora, que é sobrinha de
Rosemere Aparecida Ferreira, técnica de enfermagem presa no último dia
11 de setembro. Ela também é acusada de participar do aborto e da morte
de Jandyra.
Jovem ficou desaparecida após cirurgia
A auxiliar administrativa Jandyra Magdalena Cruz estava
grávida de quatro meses e morreu após um aborto realizado em uma clínica
clandestina em Campo Grande, no dia 26 de agosto. Seu corpo foi
encontrado carbonizado dentro de um carro em Guaratiba, no dia 27 do mês
passado.
Jandyra Magdalena foi sepultada no dia 28 de setembro, no
Cemitério de Ricardo de Albuquerque, na Zona Norte. Após o aborto, seu
corpo foi encontrado carbonizado dentro de um carro em Guaratiba, no dia
27 do mês passado.
A Justiça do Rio negou, nesta terça-feira, o pedido de habeas corpus para o casal Marcelo Eduardo de Medeiros e Mônica Teixeira, acusados de envolvimento na morte de Jandyra. De acordo com as investigações da polícia, Medeiros é o dono do imóvel alugado para o funcionamento da clínica clandestina onde a vítima acabou morrendo. Mônica seria a recepcionista no estabelecimento.
Fonte: IG
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