sábado, 21 de maio de 2016

Walfredo Gurgel abre mais uma sala de cirurgia

HOSPITAL
O Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) foi beneficiado, nesta sexta-feira (20), com a abertura de mais uma sala de cirurgia. A utilização do espaço para procedimentos cirúrgicos realizados pela maior unidade de saúde pública para atendimentos do trauma. 

Dentre os equipamentos que compõem a nova sala, estão: uma mesa cirúrgica, foco, bisturi elétrico, carro de anestesia e monitor multiparâmetro. O ambiente também é totalmente climatizado.

Para se ter uma ideia da demanda do Centro Cirúrgico do HMWG, durante o mês de março foram realizadas 525 cirurgias de urgência e 25 eletivas (de pacientes que já se encontravam internados).

O Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel recebeu uma série de novos equipamentos para agilizar exames e procedimentos realizados na agência transfusional da unidade. Foram adquiridos um freezer para conservação de hemoderivados (plasma e crio), duas centrífugas (uma para exames de micro hematócrito e outra para tubos de ensaio), dois banhos maria e um agitador de plaquetas. 

Dentre as demandas diárias atendidas pela agência transfusional do HMWG estão cerca de 15 classificações sanguíneas (tipo do sangue) e 24 provas cruzadas (teste para identificar se o sangue doado é compatível com o paciente receptor). 

Segundo a coordenadora da agência transfusional, Lúcia Fontes, “estas novas máquinas vão garantir mais celeridade nos exames realizados. Antes nós só usávamos o sistema de turbo. Agora passamos a usar também o lissgel que aumentou, inclusive, a confiabilidade dos exames. O de prova cruzada chega agora a 90%. E isso é ótimo para a segurança do paciente”. 

O Setor também já chegou a fornecer (em apenas um dia) 40 bolsas (entre sangue e hemoderivados) para diversos setores do hospital – como Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) e Centro Cirúrgico. A reposição diária dos estoques é feita através de pedidos enviados ao Hemocentro Dalton Cunha (Hemonorte) e chega a aproximadamente 20 novas bolsas/dia. 

Dos tipos de sangue solicitados, o mais utilizado no HMWG é o “O” positivo. A diretora geral do HMWG, Maria de Fátima Pereira Pinheiro, diz que “nos últimos anos temos investido em novos equipamentos como forma de elevar ainda mais a assistência prestada aos nossos pacientes. Para estas máquinas da agência transfusional investimos mais de R$ 100 mil”.

por:NovoJornal

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