domingo, 5 de outubro de 2014

"Podemos reconstruir um cenário de confiança”

GOVERNO DO ESTADO

O Rio Grande do Norte chegou a uma hora decisiva. É preciso união, trabalho e capacidade de articulação para combater e vencer uma crise sem precedentes em nossa história.  Com planejamento, equilíbrio e diálogo, poderemos reconstruir um cenário de confiança e devolver ao Estado a capacidade não apenas de pagar suas despesas, mas de investir e de estar outra vez com indicadores sociais e econômicos de referência.

Alex RégisHenrique Eduardo Alves, candidato pelo PMDBHenrique Eduardo Alves, candidato pelo PMDB

É um momento caótico e diferente da realidade que conhecemos ao longo de nossa vida pública. O abismo administrativo contrasta com administrações competentes e proativas de épocas passadas, cada qual com sua característica, mas contribuindo e deixando marcas na história de progresso de nossa terra.

É equivocado dizer que tudo é responsabilidade antiga. Governos acertam e Governos falham, é da natureza do processo administrativo. O que ocorre nos últimos anos é uma situação de descontrole e de ineficiência que iremos apagar com medidas eficientes, modernas e firmes, para fazer funcionar a segurança pública – cujos índices são desastrosos -, a saúde, a educação, o turismo e a geração de empregos com desenvolvimento através de parceria público-privadas.

A insatisfação popular é o reflexo da falta de manejo do atual governo, isolado e sem força política para ensaiar uma recuperação que possa ao menos devolver a autoestima aos potiguares. As estatísticas revelam um Rio Grande do Norte encolhido, acuado diante de números negativos que o colocam sempre na parte de baixo da tabela dos indicadores sociais, não restando alternativa na acirrada briga desenvolvimentista contra estados vizinhos.

É com intenção de mudar esse quadro que aceitei a convocação do meu partido e o chamado das ruas para o desafio de ser governador do RN. Para isso, me preocupei em somar esforços, unir experiências e inteligências na formação de uma aliança com as maiores forças políticas do Estado. Antes de uma boa gestão, é preciso ter uma boa política. Esse é o norte do meu projeto.

Ao longo dos meus 44 anos de vida pública, com 11 mandatos de deputado federal, sete deles na função de líder do PMDB, chegando ao cargo de presidente da Câmara dos Deputados, aprendi que o diálogo é o melhor caminho para o sucesso da administração pública. Estou preparado. Atualmente, com o orçamento combalido do jeito que está, o RN não pode mais dar salto no escuro, apostar em aventuras.
 Hoje em dia – a minha atuação como deputado federal e presidente da Câmara mostra isso – sei exatamente quem procurar em Brasília quando precisar de ajuda para viabilizar projetos para o Estado. Unindo essa capacidade de abrir portas às diretrizes do meu plano de governo, tenho convicção de que já nos primeiros meses de governo terei condições de apresentar resultados de um trabalho que, espero, venha a devolver ao Estado seu devido valor.

Não me furtarei do trabalho de buscar parcerias com o governo federal para garantir recursos. Contarei com o apoio da nossa bancada federal de deputados e senadores e das boas relações republicanas que construí ao longo da minha vida pública. Levarei comigo projetos exequíveis para tocar obras e garantir investimentos nos diversos setores da administração pública.

Sem mudança, seria  factível que nos próximos meses e anos os índices de criminalidade aumentassem, os serviços de saúde pública estivessem ainda mais precários, os números do analfabetismo evoluíssem, a seca se agravasse, os investimentos estariam completamente anulados e o que é pior: o atraso de salário se confirmaria como  rotina na administração pública.

Portanto, não temos mais tempo para errar. O Rio Grande do Norte não pode se aventurar e nem perder a oportunidade ímpar que a união de forças política pode nos proporcionar. 

A campanha política serviu de excelente oportunidade para o eleitor comparar os candidatos e constatar quem quer ser governador para contribuir com experiência, maturidade e capacidade de garantir recursos e obras para o Rio Grande do Norte. Serviu também para que o eleitor entenda: o ódio, a agressão, o radicalismo, os caprichos pessoais e o despreparo, já apresentaram faturas muito altas ao nosso povo. 

Se a união faz a força, o nosso projeto é a melhor alternativa para restabelecer o equilíbrio das finanças e devolver ao povo potiguar o orgulho de viver num dos mais seguros, atraentes e produtivos estados do país.

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