O secretário de Turismo de Natal, Fred Queiroz, considera
“fundamental” que haja mudanças no Plano Diretor de Natal no que se
trata das construções na orla. O discurso que já vem sendo defendido
pelo secretário estadual de Turismo, Ruy Gaspar, ganha mais corpo agora
com a fala do secretário municipal, que pede que a Câmara debata o
assunto.
Setores empresariais do turismo potiguar afirmam que o processo de adensamento já é feito em todo o mundo e ajuda no desenvolvimento das cidades. Em Natal, alguns trechos da orla, em função das atuais regras do Plano Diretor da cidade, restringem a construção de grandes empreendimentos.
“Eu acredito que melhoraria sim. Por exemplo, nós temos ali o Hotel Reis Magos; por que não vem ninguém interessado em comprar e fazer um grande projeto? Por causa do gabarito. Então talvez se flexibilizar um pouco mais a gente consiga abrir, trazer alguns investidores para melhorar aquele lado”, disse Fred Queiroz.
O secretário comparou a parte da orla onde fica o antigo Hotel Reis Magos com Areia Preta, onde o gabarito é diferente e “já tem uma visão um pouco mais, digamos, avançada do que o outro lado”. E ressalta: “Pode ter uma flexibilização, nem tanto nem tão pouco. Eu defendo que deva ser estudado, mas reconheço que isso não cabe a nós, cabe à Câmara legislar sobre isso”.
por:AgoraRN
Setores empresariais do turismo potiguar afirmam que o processo de adensamento já é feito em todo o mundo e ajuda no desenvolvimento das cidades. Em Natal, alguns trechos da orla, em função das atuais regras do Plano Diretor da cidade, restringem a construção de grandes empreendimentos.
“Eu acredito que melhoraria sim. Por exemplo, nós temos ali o Hotel Reis Magos; por que não vem ninguém interessado em comprar e fazer um grande projeto? Por causa do gabarito. Então talvez se flexibilizar um pouco mais a gente consiga abrir, trazer alguns investidores para melhorar aquele lado”, disse Fred Queiroz.
O secretário comparou a parte da orla onde fica o antigo Hotel Reis Magos com Areia Preta, onde o gabarito é diferente e “já tem uma visão um pouco mais, digamos, avançada do que o outro lado”. E ressalta: “Pode ter uma flexibilização, nem tanto nem tão pouco. Eu defendo que deva ser estudado, mas reconheço que isso não cabe a nós, cabe à Câmara legislar sobre isso”.
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