
Boxeador marroquino Hassan Saada, suspeito de estuprar duas camareiras na Vila Olímpica, no Rio de Janeiro (Yuri Cortez/AFP)
Segundo Zubida, havia outros dois pugilistas no quarto de Saada no momento em que as mulheres (camareiras) entraram. Na versão deles, em nenhum momento foram ouvidos qualquer tipo de discussão e reclamação por parte das supostas vítimas. Saada, por seu turno, alegou que elas entraram em seu quarto em busca de souvenires.
Seja qual for a verdadeira versão para o episódio, a Olimpíada terminou para Hassan Saada. Hoje ele teria de subir ao ringue para enfrentar o turco Nadir Mehmet Unal. Ao invés disso, o pugilista se encontra na penitenciária de Bangu, na zona norte do Rio de Janeiro. O pedido de habeas corpus solicitado por Saada foi rejeitado pela Justiça.
Por Sérgio Martins/Veja
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