

A presidente do Supremo se manifestou a respeito de um pedido de investigadores da Polícia Federal.
Conforme o andamento da Lava Jato, as
delações premiadas de executivos e ex-executivos da empreiteira
Odebrecht deram base para 97 inquéritos no Supremo, todos aprovados pelo
relator dos processos da Lava Jato no STF, Edson Fachin.
Mistério em torno de Collor
Há apenas a informação de que, no dia 14 de novembro passado, Cármen Lúcia aceitou o pedido da PF para dar andamento no processo. No entanto, não há mais nada relacionado sobre Collor disponível. Também não é especificado o porquê do caso estar sob sigilo na Justiça.
Há apenas a informação de que, no dia 14 de novembro passado, Cármen Lúcia aceitou o pedido da PF para dar andamento no processo. No entanto, não há mais nada relacionado sobre Collor disponível. Também não é especificado o porquê do caso estar sob sigilo na Justiça.
O ministro Luiz Fux chegou a pedir uma
opinião sobre o caso de Collor para a Procuradoria-Geral da República. A
resposta chegou tardiamente, poucos dias antes de se iniciar o recesso
do Supremo, em 19 de dezembro. Também não há informações sobre qual a
opinião dada pela Procuradoria, mas foi a partir daí que Cármen Lúcia
estendeu o prazo das investigações da Polícia Federal.
Nas eleições presidenciais de 2018,
Fernando Collor poderá ser um futuro candidato, mas a Operação Lava Jato
poderia prejudicá-lo. A Procuradoria já acusou o senador de receber
cerca de R$ 29 milhões em propina por conta de sua influência política
na Petrobras.
Mais investigações
Além do processo de Fernando Collor, o deputado Ronaldo Carletto (PP-BA) estaria trazendo grande movimentação na Suprema Corte devido ao processo que responde. Ele é investigado por crimes no sistema financeiro. O inquérito chegou em junho de 2015.
Além do processo de Fernando Collor, o deputado Ronaldo Carletto (PP-BA) estaria trazendo grande movimentação na Suprema Corte devido ao processo que responde. Ele é investigado por crimes no sistema financeiro. O inquérito chegou em junho de 2015.
A PF fez o mesmo pedido para o Supremo
em agosto de 2017. O objetivo era a prorrogação das investigações. Cerca
de 20 dias depois, o ministro Fux pediu vista à Procuradoria. Assim
como o caso de Collor, a Procuradoria, depois de um longo prazo, afirmou
ser necessária a prorrogação das investigações. Não se sabe o motivo
pelo qual a PGR demorar tanto tempo para dar as respostas.
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