
Segundo o ministro do Interior italiano, Marco Minniti, o homem morto a tiros por policiais em Sesto San Giovanni na madrugada desta sexta-feira é, “sem sombra de dúvidas”, o terrorista que cometeu o ataque em Berlim. As impressões digitais de Amri foram encontradas no caminhão.
As autoridades alemãs informaram que Amri usava seis pseudônimos diferentes e já tentou se passar como cidadão egípcio e libanês. De acordo com a rede britânica BBC, Amri viajou para a Itália em 2012 e, três anos depois, chegou à Alemanha, onde solicitou asilo e conseguiu permissão temporária para ficar no país até abril deste ano. Em junho, ele teve o pedido de asilo permanente negado por não possuir os documentos necessários.
Anis Amri, terrorista tunisiano suspeito do ataque em Berlim: um “refugiado” (Divulgação/AP)
(Veja.com)
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