
O ex-ministro Geddel Vieira Lima (Pedro Ladeira/Folhapress)
Em sua delação premiada, Lúcio Bolonha Funaro dá sua versão para a até hoje misteriosa história que envolve o pagamento de 10 milhões de reais feito pela Odebrecht ao grupo político do presidente Michel Temer. O que se sabia até agora é que 4 milhões de reais foram entregues ao atual chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. O restante teria sido repassado para a campanha de Paulo Skaf, então candidato a governador de São Paulo. Segundo Funaro, em maio de 2014, a pedido do ex-ministro Geddel Vieira Lima, ele retirou 1 milhão de reais no escritório do advogado José Yunes, amigo do presidente Temer. O dinheiro, parte dos 4 milhões de reais destinados a Padilha, foi entregue a Geddel, em Salvador.
( Por Robson Bonin/Veja.Abril.com.br)
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