


Procuradoria-Geral da República recebeu informações pesadas sobre propina que abastecia luxo de senadora petista.
A senadora e presidente do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, foi surpreendida com o depoimento bombástico do advogado Marcelo Maran. A Procuradoria-Geral da República acolheu o delator que contou detalhes sombrios e abusivos cometidos por Gleisi e sua família.
De acordo com Maran, ela desviou
dinheiro público para financiar a sua campanha eleitoral e para bancar
todas as suas despesas familiares, dando conforto a ela e sua família.
Segundo o advogado, foi criada uma
conta-propina que era, frequentemente, abastecida pelo dinheiro do
contribuinte. Gleisi e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo,
retiravam dinheiro dessa conta e pagavam despesas particulares e algumas
diárias, como combustível, taxas de IPVA, contas de água e luz,
conserto de eletrodomésticos, compra de brinquedos para as crianças e
alguns pequenos luxos, como motorista particular a qualquer hora do dia.
Alvo do STF
Com pretensões de se eleger deputada federal e não perder o foro privilegiado, a presidente do PT acredita que com 100 mil votos já poderá ter o cargo nas mãos. Porém, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) pode mudar tudo isso.
Uma de suas ações pode entrar no
Supremo, neste semestre, para julgamento dos ministros da Corte. O casal
responde por Corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Como o STF é a
última palavra da Justiça, Gleisi pode se tornar inelegível e, para
piorar a sua situação, a Corte pode, até mesmo, decretar a sua prisão.
Conforme as informações do advogado
delator, o dinheiro foi desviado do Ministério do Planejamento e foi
direto para o pagamento de despesas da senadora.
Agora, os defensores do PT começam a
comparar as supostas perseguições de Lula com Gleisi. O fato do site “O
Antagonista” citar a possível prisão da parlamentar mexeu ainda mais com
o ódio desses blogs.
Os militantes petistas não querem a
presidente do partido sendo exposta a situações constrangedoras. Porém,
ela terá uma tarefa difícil pela frente: provar que o advogado Marcelo
Maran está equivocado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário